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	<title>Linux Mania &#187; Dicas</title>
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	<description>Portal Linux onde você encontra o que você procura.</description>
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		<title>Verificando se um e-mail existe.</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As vezes você pega o e-mail de uma pessoa, para enviar alguma coisa, e fica naquela dúvida se anotou certo, então achei uma solução legal para isso. Um site que consegue chegar se o e-mail existe.
Veja o link abaixo, depois ta variável domain= você adiciona o e-mail a ser checado. ex:  se o e-mail a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As vezes você pega o e-mail de uma pessoa, para enviar alguma coisa, e fica naquela dúvida se anotou certo, então achei uma solução legal para isso. Um site que consegue chegar se o e-mail existe.</p>
<p>Veja o link abaixo, depois ta variável <em><strong>domain= </strong><span style="font-style: normal">você adiciona o e-mail a ser checado. ex:  se o e-mail a ser checado for gerente@uol.com.br. vai ficar assim: </span></em></p>
<p>http://www.dnsstuff.com/tools/freemail.ch?domain=gerente@uol.com.br</p>
<p>É uma dica simples, espero ter ajudado.</p>
<p>Até a próxima.</p>
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		<title>Proxy transparente com Squid 2.6</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/proxy-transparente-com-squid-26/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 16:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá galera, essa dica pode parecer besta, mais eu tive um sério problema quando fui migrar o meu squid 2.4.x para as versões 2.6.x. Antigamente as configs para deixar o proxy transparente era:
httpd_accel_host virtual
httpd_accel_port 80
httpd_accel_with_proxy on
httpd_accel_uses_host_header on
Ao instalar o squid na versão 2.6.x, fui tentar fazer o proxy transparente da mesma maneira, e não deu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá galera, essa dica pode parecer besta, mais eu tive um sério problema quando fui migrar o meu squid 2.4.x para as versões 2.6.x. Antigamente as configs para deixar o proxy transparente era:</p>
<p><em>httpd_accel_host virtual<br />
httpd_accel_port 80<br />
httpd_accel_with_proxy on<br />
httpd_accel_uses_host_header on</em></p>
<p>Ao instalar o squid na versão 2.6.x, fui tentar fazer o proxy transparente da mesma maneira, e não deu certo, então fui pesquisar para encontrar uma solução para o problema. Então lendo um manual do novo squid, notei que para deixar o proxy transparente nas versões 2.6.x, é um pouco diferente. Então veja abaixo como fazer.</p>
<p>Onde tem: <strong>http_port 3128 </strong>é só acrescentar: http_port 3128 transparent</p>
<p>Então é so, vou ficando por aqui, qualquer dúvida relacionado a esse problema e outros problemas do squid, é só deixar um comentário.</p>
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		<title>Comando no linux para manipular a data</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/comando-no-linux-para-manipular-a-data/</link>
		<comments>http://linux.iblogs.com.br/dicas/comando-no-linux-para-manipular-a-data/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 May 2009 20:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[date &#8211; Data do sistema
Sintaxe: $ date [+formato]
A simples execução do date mostra a data do sistema atual, por exemplo:
$ date
Tue Nov 11 23:02:26 BRST 2008
Como podemos ver, há informações da data, da hora e do fuso-horário. Neste caso, a sintaxe está em inglês, porque o sistema utilizado na execução está configurado para inglês. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>date &#8211; Data do sistema</h2>
<pre><em>Sintaxe: $ date [+formato]</em></pre>
<p>A simples execução do date mostra a data do sistema atual, por exemplo:</p>
<pre><em>$ date</em>
Tue Nov 11 23:02:26 BRST 2008</pre>
<p>Como podemos ver, há informações da data, da hora e do fuso-horário. Neste caso, a sintaxe está em inglês, porque o sistema utilizado na execução está configurado para inglês. No caso do português, ficaria:</p>
<pre>$ date
Ter Nov 11 21:20:00 BRST 2008</pre>
<p>Para mudar o formato dessa mostragem, usamos caracteres especiais depois do símbolo “+”, como neste exemplo:</p>
<pre>$ <em>date "+%d/%m/%Y"</em>
11/11/2008</pre>
<p>Neste caso, formatei de forma %d/%m/%Y, onde %d é o dia, %m é o mês e %Y é o ano. Uma lista completa de caracteres especiais pode ser encontrada na página de manual do comando date:</p>
<pre>$ <em>man date</em></pre>
<p>Além de apenas mostrar a hora atual, este comando pode ser muito útil na hora de criar arquivos com nomes específicos, por exemplo: backups com a data e hora no nome dos arquivos. O uso deste comando com shell-script pode ser muito extenso e útil!</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.devin.com.br/comandos-informacoes-do-sistema/" target="_blank">Devin</a></p>
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		<title>Como fazer um download pelo linux</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/como-fazer-um-download-pelo-linux/</link>
		<comments>http://linux.iblogs.com.br/dicas/como-fazer-um-download-pelo-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 May 2009 20:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Isso é um comando simples, muita gente deve esta falando, que idiota esse cara em colocar um comando tão simples desse, mais tem gente que esta começando agora e isso pode ser útil.
Digite no terminal:
wget URL
ex: wget centraldownloads.com.br/frto.zip
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é um comando simples, muita gente deve esta falando, que idiota esse cara em colocar um comando tão simples desse, mais tem gente que esta começando agora e isso pode ser útil.</p>
<p>Digite no terminal:<br />
<em>wget URL</em></p>
<p><em><strong>ex: </strong>wget centraldownloads.com.br/frto.zip</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como saber se meu hardware é compatível com o Linux?</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/como-saber-se-meu-hardware-e-compativel-com-o-linux/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 01:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Geralmente essas informações estão presentes no manual, ou na página da sua distribuição. Grande parte dos hardwares são hoje compatíveis com o Linux e a cada dia novos drivers surgem na Internet.
Porém, é bom que você fique atento e consulte a página da sua distribuição antes de comprar algum novo hardware. E, é claro, evite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="texto">Geralmente essas informações estão presentes no manual, ou na página da sua distribuição. Grande parte dos hardwares são hoje compatíveis com o Linux e a cada dia novos drivers surgem na Internet.</span></p>
<p><span class="texto">Porém, é bom que você fique atento e consulte a página da sua distribuição antes de comprar algum novo hardware. E, é claro, evite hardwares para Windows, como os famosos Winmodems. </span></p>
<p><span class="texto"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://olinux.uol.com.br/faq/open_faq.phl?id_file=1103" target="_blank">O linux</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Escutando música pelo terminal do Linux</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/escutando-musica-pelo-terminal-do-linux/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 17:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atualmente existem vários players para Linux, de diferentes skins e funcionalidades, porém que usuário Linux nunca teve vontade de escutar música através das linhas de comando? Espero não ser o único! rs.. Bom, vamos lá! 
Obs: Apertando duas vezes tab no terminal, ele completa o nome ou caminho. 
1) entre no terminal (konsole, tty1, gnome-terminal, xterm) e digite: 
mpg321 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente existem vários players para Linux, de diferentes skins e funcionalidades, porém que usuário Linux nunca teve vontade de escutar música através das linhas de comando? Espero não ser o único! rs.. Bom, vamos lá! </p>
<p>Obs: Apertando duas vezes tab no terminal, ele completa o nome ou caminho. </p>
<p>1) entre no terminal (konsole, tty1, gnome-terminal, xterm) e digite: </p>
<p><em>mpg321 opção caminho_para_a_musica</em> </p>
<p>No meu caso eu fiz o seguinte: </p>
<p><strong>$ mpg321 -g 80 /mnt/dados/musica/korn/ADIDAS.mp3</strong> </p>
<p>A opção que eu usei &#8220;-g 80&#8243; significa gain (volume, ganho), que varia de 0 a 100, ou seja, você regula o volume. Existem outras opções para modificar ou ajustar o áudio; basta digitar mpg321 no terminal que ele dará as opções. </p>
<p>2) agora vamos deixar a música tocando em segundo plano do terminal. Neste, aperte: </p>
<p><strong>$ ctrl + z</strong> </p>
<p>3) feito isso aparecerá uma mensagem parecida com essa: </p>
<p>[1]+ Stopped mpg321 -g 80 /mnt/dados/musica/korn/* </p>
<p>4) conseguimos colocar a música para segundo plano, porém ela ficou em stopped, para resolver isso vamos usar o comando: </p>
<p><strong>$ bg </strong></p>
<p>5) se tudo deu certo você estará escutando música em plano de fundo e com o terminal livre para utilizar. Para ver os programas que estão em plano de fundo digite: </p>
<p><strong>$ jobs</strong> </p>
<p>6°) vai aparecer uma mensagem parecida com essa: </p>
<p>[1]+ Running mpg321 -g 80 /mnt/dados/musica/korn/* &amp; </p>
<p>7) o primeiro número é útil para identificar o processo, para trazer o processo de segundo plano para primeiro, você usa o seguinte comando: </p>
<p><em>fg numero_do_processo</em> </p>
<p> <img src='http://linux.iblogs.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> no caso do exemplo 6 usaria do seguinte modo: </p>
<p><strong>$ fg 1</strong> </p>
<p>9) para cancelar um processo você tem que tê-lo no primeiro plano e apertar: </p>
<p><strong>$ ctrl + c</strong> </p>
<p>10°) para escolher uma pasta inteira de música utilize o asterisco (*), por exemplo: </p>
<p><strong>$ mpg321 -g 80 /home/musicas/korn/*</strong> </p>
<p>Com esse comando o programa selecionará todas as músicas que estão na pasta korn. </p>
<p>Bom pessoal, quem tiver alguma dúvida é só postar!!! </p>
<p>Abraços. </p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://vivaolinux.com.br/dica/Escutando-musica-pelo-terminal-do-Linux/" target="_blank">Viva o Linux</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Slackware &#8211; Comandos Básicos para iniciantes</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/slackware-comandos-basicos-para-iniciantes/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 16:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Listando Processos
# ps x
Listando partições
# df -h
Verificando uso da memória
# free
Montar CDROM: 
# mount -t auto /dev/hda /mnt/cdrom 
Desmontar CDROM: 
# umount -t auto /dev/hda /mnt/cdrom 
Montar pendrive: 
# mount -t auto /dev/sdb1 /mnt/memory 
Desmontar pendrive: 
# mount -t auto /dev/sdb1 /mnt/memory 
Para reiniciar o Slackware, entre no modo texto (Ctrl+alt+backspace) e digite: 
# reboot 
Para desligar o Slackware, entre no modo texto (Ctrl+alt+backspace) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Listando Processos</p>
<p><strong># ps x</strong></p>
<p>Listando partições</p>
<p><strong># df -h</strong></p>
<p>Verificando uso da memória</p>
<p><strong># free</strong></p>
<p>Montar CDROM: </p>
<p><strong># mount -t auto /dev/hda /mnt/cdrom</strong> </p>
<p>Desmontar CDROM: </p>
<p><strong># umount -t auto /dev/hda /mnt/cdrom</strong> </p>
<p>Montar pendrive: </p>
<p><strong># mount -t auto /dev/sdb1 /mnt/memory</strong> </p>
<p>Desmontar pendrive: </p>
<p><strong># mount -t auto /dev/sdb1 /mnt/memory</strong> </p>
<p>Para reiniciar o Slackware, entre no modo texto (Ctrl+alt+backspace) e digite: </p>
<p><strong># reboot</strong> </p>
<p>Para desligar o Slackware, entre no modo texto (Ctrl+alt+backspace) e digite: </p>
<p><strong># halt </strong></p>
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		<title>Descompactando arquivos zip, rar, tar.gz, tar.bz2 pelo terminal</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/descompactando-arquivos-zip-rar-targz-tarbz2-pelo-terminal/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 16:51:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Galera, pelo linux temos apossibilidade de descompactar e compactar sem necessidade de instalar um aplicativo especifico para isso. veja abaixo como descompactar estes formatos de arquivos:
zip: 
gunzip nomedoarquivo 
rar: 
rar x nomedoarquivo 
tar: 
gzip nomedoarquivo 
tar.gz: 
tar -vzxf nomedoarquivo 
tar.bz2: 
tar -vxjpf nomedoarquivo
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Galera, pelo linux temos apossibilidade de descompactar e compactar sem necessidade de instalar um aplicativo especifico para isso. veja abaixo como descompactar estes formatos de arquivos:</p>
<p><strong>zip: </strong><br />
<em>gunzip nomedoarquivo</em> </p>
<p><strong>rar: </strong><br />
<em>rar x nomedoarquivo</em> </p>
<p><strong>tar: </strong><br />
<em>gzip nomedoarquivo</em> </p>
<p>tar.gz: </p>
<p><em>tar -vzxf nomedoarquivo</em> </p>
<p>tar.bz2: </p>
<p><em>tar -vxjpf nomedoarquivo</em></p>
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		</item>
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		<title>Imprimindo no Linux</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/imprimindo-no-linux/</link>
		<comments>http://linux.iblogs.com.br/dicas/imprimindo-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 15:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Introdução
Um assunto que assusta muitos usuários novatos no Linux, é a impressão. O Linux não possui um excelente sistema de impressão, porém já possui um suporte bem razoável para impressoras.
O sistema de impressão do Linux é baseado no UNIX, cujo utilitário lpr, servia para imprimir texto ou PostScript. Porém, hoje cada vez mais, novos formatos surgem (PDF, GIF, JPG [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p align="justify">Um assunto que assusta muitos usuários novatos no Linux, é a impressão. O Linux não possui um excelente sistema de impressão, porém já possui um suporte bem razoável para impressoras.</p>
<p align="justify">O sistema de impressão do Linux é baseado no UNIX, cujo utilitário lpr, servia para imprimir texto ou PostScript. Porém, hoje cada vez mais, novos formatos surgem (PDF, GIF, JPG etc.) e cores são exigidas cada vez mais.</p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Compatibilidade</strong></span></p>
<p align="justify">A Primeira coisa a fazer, é verificar se a sua impressora funciona no Linux. Uma boa maneira de fazer isso é olhando listas de compatibilidade existentes na Internet. A primeira é a: Unix printer compatibility database , onde é possível procurar por impressora, tipo e fabricante.</p>
<p align="justify">Uma outra lista de impressoras compatíveis é a Lista de Impressora Compatíveis com o Ghostscript com centenas de referências.</p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Configuração</strong></span></p>
<p align="justify">É necessário verificar se o seu kernel já possui suporte a impressoras habilitados. Para isso, você deve carregar o módulo <strong>parport</strong> (se você tiver o kernel 2.2 ou melhor). Caso você ainda tenha o kernel 2.0 ou menor, use o módulo <strong>lp</strong> . Se você digitou <strong>modprobe módulo</strong> e não carregou, provavelmente terá que recompilar o kernel.</p>
<p align="justify">Visto isso, a próxima etapa é configurar o periférico. Existem várias alternativas para isso. Indicaremos três opções diferentes.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Ghostcript+Filtro+LPRNG</strong></span></p>
<p align="justify">A primeira que eu gosto muito e funciona na maioria dos casos é usar o trio Ghostcript + Magicfilter ou Apsfilter + LPRNG. Em praticamente todas as instalações de impressora que já fiz no Linux, esse trio sempre deu certo.Veja o esquema abaixo de como um impressão de documento é feita por esse esquema. Note que eu posso usar o <strong>lpr</strong> , mais antigo de Berkley. Porém o lprng é mais completo (embora complexo).</p>
<p><img src="http://www2.uol.com.br/olinux/imagens/artigos/hardware/piramide.jpg" border="1" alt="A impressão de um documento através do trio" /></p>
<p align="justify">O processo começa quando temos um documento de qualquer tipo (.pdf, .ps, .gif, &#8230;) e queremos imprimir. Esse arquivo passa pelo filtro do MagicFilter ou APSFilter que define qual o seu tipo e o converte para Postscript, mandando para o lprng que irá imprimir remotamente ou no local. O lprng permite definir permissões de impressão e quotas, sendo bem avançado.</p>
<p align="justify"><a href="http://www2.uol.com.br/olinux/imagens/artigos/hardware/magicfilter.jpg"><img src="http://www2.uol.com.br/olinux/imagens/artigos/hardware/magicfilter-mini.jpg" border="1" alt="DESCRICAO" align="right" /></a>Em geral, basta instalar em meus sistemas o lprng, o magicfilter (ou o apsfilter) e o ghostscript (com suas fontes &#8211; não esqueça, pois) que tudo funciona. O magicfilter/apsfilter possui um configurador para cada filtro de cada impressora. Assim, as coisas ficam mais fáceis. Veja o exemplo abaixo:</p>
<p align="justify">O arquivo de configuração da impressora, usando-se o trio de programas acima, é o <strong>/etc/printcap</strong> . Ele foi gerado pelo magicfilterconfig, respondendo-se as questões na figura. Veja um exemplo dele:</p>
<p align="justify"><strong>lp|hplj3|HP Laserjet III:\ <br />
:lp=/dev/lp0:sd=/var/spool/lpd/hplj3:\ <br />
:sh:pw#80:pl#72:px#1440:mx#0:\ <br />
:if=/etc/magicfilter/laserjet-filter:\ <br />
:af=/var/log/lp-acct:lf=/var/log/lp-errs: <br />
</strong></p>
<p align="justify">Temos uma impressora HP Laserjet III. Nesse exemplo, você pode imprimir, chamando por <strong>lpr arquivo</strong> , <strong>lpr -Plp arquivo</strong> ou <strong>lpr -Phplj3</strong> . Os arquivos são impressos a partir do diretório de spool <strong>/var/spool/lpd/hplj3</strong> e o filtro usado pelo MagicFilter é o <strong>laserjet-filter</strong> . Além disso, os erros ficam no<strong>/var/log/lp-errs</strong> e o gasto da impressora fica no <strong>/var/log/lp-acct</strong> .</p>
<p align="justify">Caso você queira usar a impressora de outra máquina, seu <strong>/etc/printcap</strong>ficaria aproximadamente assim:</p>
<p align="justify"><strong>lp|hplj3|remota:\ <br />
:lp=/dev/null:sd=/var/spool/lpd/hplj3:rm=ip.ip.ip.ip:rp=hplj3: <br />
:sh:pw#80:pl#72:px#1440:mx#0:\ <br />
:if=/etc/magicfilter/ljet3-filter:\ <br />
:af=/var/log/lp-acct:lf=/var/log/lp-errs: <br />
</strong>Isto é, a impressora imprime para o <strong>/dev/null</strong> e joga para a máquina<strong>ip.ip.ip.ip</strong> que possue a impressora <strong>hplj3</strong> instalada.</p>
<p align="justify">Uma vez instalado e configurado, basta digitar: <br />
<strong>lpr arquivo</strong> <br />
Onde arquivo é o nome do arquivo que você quer imprimir. Ele pode ser de qualquer tipo que o filtro do Magic/APSfilter entenda. Para ver o status da impressora, digite: <br />
<strong>lpq</strong> <br />
Já para remover um job <strong>n</strong> , use: <br />
<strong>lprm n</strong> <br />
ou para remover todos os jobs, faça: <br />
<strong>lprm all</strong> <br />
Já para controlar a impressora: iniciar, terminar, reordenar, use o comando: <br />
<strong>lpc</strong></p>
<p> </p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>PDQ</strong></span></p>
<p align="justify"><a href="http://www2.uol.com.br/olinux/imagens/artigos/hardware/xpdq.jpg"><img src="http://www2.uol.com.br/olinux/imagens/artigos/hardware/xpdq-mini.jpg" border="1" alt="XPDQ -Facilitando a impressão" align="right" /></a>Mas talvez o lprng seja muito complexo para uma tarefa simples que é armazenar um arquivo e despachá-lo para impressão. Uma outra alternativa é o PDQ (Print, Dont Queue!) que pretende ser um sistema mais simples e fácil de configurar, possuindo inclusive um front-end gráfico para isso. Veja:</p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>CUPS</strong></span></p>
<p align="justify">Uma outra forma de imprimir é através do CUPS que é suportado pela empresa Easy Software que vende mais de 2300 drivers de impressoras.</p>
<p align="justify"><a href="http://www2.uol.com.br/olinux/imagens/artigos/hardware/kups.jpg"><img src="http://www2.uol.com.br/olinux/imagens/artigos/hardware/kups-mini.jpg" border="1" alt="KUPS em ação" align="right" /></a>O KUPS serve de front-end gráfico em KDE para configurar o CUPS. Veja-o em ação:</p>
<p align="justify">Minha experiência com o PDQ ou o CUPS é pequena, por isso, expliquei mais sobre a primeira alternativa, porém parecem excelentesformas de configurar a impressora. Lembre-se é necessário usar o Ghostscript nessas duas opções também, se você não possui um impressora Postscript.</p>
<p align="left"> <span class="titart"><strong>Dicas</strong></span></p>
<p align="justify">Use o comando a2ps para converter de texto para PostScript. Ele pode converter em 2, 4 ou 8 colunas um arquivo texto e prepará-lo direto para impressão.</p>
<p align="justify">Para imprimir páginas manuais (por exemplo a do <strong>ls</strong> ), use o comando: <br />
<strong>$ man ls | col &#8211; b | lpr</strong></p>
<p align="justify">Instale conversores de formatos. Em minha máquina desktop, existem os programas: <br />
<strong>html2ps</strong> , <strong>latex2html</strong> , <strong>latex2rtf</strong> , <strong>sgmltools</strong> , <strong>ps2pdf</strong> , <strong>pdf2ps</strong> , <strong>dvips</strong> ,<strong>ps2ascii</strong> , <strong>ppmtogif</strong> , <strong>ppmtobmp</strong> , &#8230;, até o <strong>gimp</strong> e <strong>image magick</strong> , além do <strong>eye of gnome</strong> e <strong>eletric eyes</strong> . Eles são uma mão na roda quando é necessário a conversão de um arquivo para outro.</p>
<p align="justify">Para imprimir envelopes, use o programa envelope .</p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Conclusão</strong></span></p>
<p align="justify">Uma vez configurada, sua impressora irá funcionar sem problemas por muito tempo. Espero que você tenham tido uma boa &#8220;impressão&#8221; do meu artigo. Até a próxima.</p>
<p align="justify"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://olinux.uol.com.br/artigos/316/1.html" target="_blank">oLinux</a></p>
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