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	<title>Linux Mania &#187; Segurança</title>
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	<description>Portal Linux onde você encontra o que você procura.</description>
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		<title>Bug no Sistema Operacional FreeBSD permite invasão</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 01:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pesquisador Przemyslaw Frasunek descobriu uma falha de segurança no sistema operacional FreeBSD capaz de garantir acesso total aos invasores. Descendente dos Unix originais, o FreeBSD (www.freebsd.org), usado em servidores e computadores científicos no mundo todo, tem fama de ultra-seguro.
O problema foi detectado na interface de notificação kqueue, o que possibilita o ganho de privilégios a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O pesquisador Przemyslaw Frasunek descobriu uma falha de segurança no sistema operacional FreeBSD capaz de garantir acesso total aos invasores. Descendente dos <a href="http://geek.com.br/blogs/832697632/posts/10651-unix-completa-40-anos" target="_blank">Unix originais</a>, o FreeBSD (<a href="http://www.freebsd.org/" target="_blank">www.freebsd.org</a>), usado em servidores e computadores científicos no mundo todo, tem fama de ultra-seguro.</p>
<p>O problema foi detectado na interface de notificação kqueue, o que possibilita o ganho de privilégios a partir de um usuário com acesso local. O problema está apresenta nas versões 6.0 e 6.4 do sistema operacional. De acordo com o <a href="http://www.theregister.co.uk/2009/09/14/freebsd_security_bug/" target="_blank">The Register</a> as versões a partir da 7.1 não sofrem com a vulnerabilidade.</p>
<p>Frasunek informou que o invasor deve ter acesso local ao sistema e executar um script simples para explorar a falha. Segundo ele, um processo extremamente simples. O especialista chegou a postar um vídeo de 16 segundos na rede Vimeo (<a href="http://www.vimeo.com/6554787" target="_blank">vimeo.com/6554787</a>) para apontar o problema.</p>
<p>Os desenvolvedores receberam um aviso sobre a falha no dia 29 de agosto mas, segundo o Register, nenhuma atitude foi tomada até o momento.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.geek.com.br/blogs/832697632/posts/10873-falha-no-sistema-operacional-freebsd-permite-invasao" target="_blank">Geek</a></p>
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		<title>Como recuperar a senha o root</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 21:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existem duas formas de se recuperar a senha do root:

boot;
lilo (ou grub).

 
Neste artigo vou mostrar como recuperar a  senha do root através lilo (com o grub fica parecido, com apenas alguns detalhes  a alterar).
O método utilizado foi testado nas distribuições Conectiva e  Slackware, porém seu resultado não deve ser diferente em outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem duas formas de se recuperar a senha do root:</p>
<ul>
<li>boot;</li>
<li>lilo (ou grub).</li>
</ul>
<p> <br />
Neste artigo vou mostrar como recuperar a  senha do root através lilo (com o grub fica parecido, com apenas alguns detalhes  a alterar).</p>
<p>O método utilizado foi testado nas distribuições Conectiva e  Slackware, porém seu resultado não deve ser diferente em outras distribuições,  visto que o software de gerenciamento de boot é o mesmo, mas pelo menos fica a  deixa.</p>
<p>Ao inicializar a máquina e aparecer o prompt do LILO (<em>LILO:</em>), digite:</p>
<p><strong>linux init=/bin/bash</strong></p>
<p>Se o seu lilo estiver protegido por  senha (através da opção restricted<sup>1</sup>) você irá precisar lembrar da  senha que definiu no arquivo lilo.conf. Caso não se lembre, a recuperação da  senha de root será possível somente através de boot por disquete ou CDROM.</p>
<p>Caso contrário, o LILO carregará o kernel normalmente e te trará o  prompt do shell do super <a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Como-recuperar-a-senha-o-root/?pagina=2#">usuário</a> sem a necessidade de login. Uma vez no shell, digite:</p>
<p><strong>mount -o  remount -rw /<br />
passwd</strong></p>
<p>Digite a nova senha para o root e pronto,  &#8220;recuperamos&#8221; a senha do root! </p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Como-recuperar-a-senha-o-root/" target="_blank">VivaoLinux</a></p>
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		<title>Sniffers &#8211; Parte III</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 03:11:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Introdução
Já foi discutida a teoria, demonstrado como se faz e passados alguns modos de tornar rede mais difícil para um sniffer . Desta vez irei comentar sobre algumas tecnicas para detectar quem na rede está fazendo sniffing . Detectar? Na primeira parte deste artigo eu mesmo não havia dito quesniffing era transparente?
Sim, ele é invisível e, em teoria, indetectável pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p align="justify">Já foi discutida a teoria, demonstrado como se faz e passados alguns modos de tornar rede mais difícil para um <em>sniffer</em> . Desta vez irei comentar sobre algumas tecnicas para detectar quem na rede está fazendo <em>sniffing</em> . Detectar? Na primeira parte deste artigo eu mesmo não havia dito que<em>sniffing</em> era transparente?</p>
<p align="justify">Sim, ele é invisível e, em teoria, indetectável pois apenas coleta informações sem transmitir nada. Porém durante o processo eles acabam produzindo alguns efeitos colateriais que, se estiverem sendo procurandos, podem denunciá-los.</p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Modo Promíscuo</strong></span></p>
<p align="justify">Como já foi dito outras vezes, quem esta fazendo <em>sniffing</em> está com o adaptador de rede operando em modo promíscuo, logo basta descobrir quem está agindo assim, e a forma mais fácil é simplesmente perguntando! Que no caso do GNU/Linux significa:</p>
<p align="justify">artemis:~# ifconfig <br />
eth0 Link encap:Ethernet HWaddr 00:00:21:CE:11:43 <br />
inet addr:10.0.0.1 Bcast:10.0.0.255 Mask:255.255.255.0 <br />
UP BROADCAST RUNNING <span style="color: red"><strong>PROMISC</strong> </span><br />
MULTICAST MTU:1500 Metric:1 <br />
RX packets:0 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0 <br />
TX packets:0 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0 <br />
collisions:0 txqueuelen:100 <br />
Interrupt:12 Base address:0xf680</p>
<p align="justify">Nota: em alguns UNIXes (como Solaris e OpenBSD) você precisará acrescentar o &#8220;-a&#8221; à linha de comando.</p>
<p align="justify">Claro que isto não é 100% confiável pois o invasor pode muito bem ter substituído o <strong>ifconfig</strong> original por um que não mostre esta mensagem, assim para ter certeza use uma versão original do binário (por exemplo, o binário gravado no CD da sua distribuição). Inclusive uma boa dica de segurança para verificar invasões é fazer uma verificação periódica da integridade dos binários comparando a assinatura MD5 deles.</p>
<p align="justify">Outra maneira é explorando uma curiosidade na implementação TCP/IP de alguns sistemas (inclusive no GNU/Linux). Neste caso um computador operando em modo promíscuo acaba por responder a todos os pacotes TCP/IP enviados para seu endereço IP, mesmo que o endereço MAC de destino dos frames estejam errados. Algo que não aconteceria em um modo norlam de operação, pois com o &#8220;MAC Address Filter&#8221; ligado o adaptador descartaria os frames que não o pertencem. Como isto já foi bastante divulgado, programas mais novos de <em>sniffing</em> cuidam de fazer o &#8220;MAC Address Filter&#8221; por software.</p>
<p align="justify">E apenas por curiosidade alguns sistemas operacionais, por exemplo o Microsoft Windows, incluem estes filtros nos próprios drivers.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Armadilhas</strong></span></p>
<p align="justify">Outra forma de detectar um <em>sniffing</em> é usar alguns truques e deixar que eles se denunciem. Geralmente programas de <em>sniffing</em> fazem uma pesquisa usando DNS-reverso com os IPs que são descobertos. Então basta fazer um &#8220;ICMP Echo Request&#8221; (mais conhecido como <strong>ping</strong> ) para endereços IP que certamente não existem e monitorar as requisições feitas em seu servidor de nomes (DNS). Apenas quem tenta descobrir o nome de um <em>host</em> à partir de endereços IP &#8220;pescados&#8221; em pacotes ARP é quem está fazendo <em>sniffing</em> .</p>
<p align="justify">Outra maneira é um teste latência. Apesar de ser meio &#8220;sujo&#8221; pois pode degradar consideravelmente a performance da rede pode conseguir denunciar quem está fazendo <em>sniffing</em> . O método é simples e baseia-se no envio de grandes quantidades de dados. Para um <em>host</em> que não esteja operando em modo promíscuo é inofensivo mas para quem está em modo promíscuo fazendo captura e análise de pacotes procurando por senhas e outras coisas acaba surtindo algum efeito.</p>
<p align="justify">Basta um <strong>ping</strong> feito antes e durante o teste, quem apresentar diferenças no tempo de resposta pode estar sobrecarregado por algum motivo. Este teste não pode ser considerado como definitivo pois fatores como o tráfego natural da rede pode provocar um atraso no tempo de resposta.</p>
<p align="justify">Métodos de detecção que usem ARP ou PING são limitados a redes locais portanto para algo mais abrangente o &#8220;Decoy Method&#8221; (método do engodo) pode ser bastante útil. Ele se baseia no fato de que vários protocolos enviam a senha aberta sem qualquer tipo de encriptação ( <em>plain text</em> ) e que, provavelemnte, há sempre alguem à procura delas.</p>
<p align="justify">Neste caso cria-se um usuário isca, que do outro lado da rede precisará se conectar por Telnet, POP, etc&#8230; Este usuário tanto pode ser uma conta que não tenha nenhum tipo de direito (sem &#8220;shell&#8221;, diretório $HOME apontando para /dev/null, etc.) ou até mesmo o prável cliente de uma servidor que não existe. Um sistema bem simples pode ser montado para registrar as tentativas de uso desta conta, inclusive os arquivos de <em>log</em> padrão do sistema podem ajudar. Depois de tudo pronto tudo é só divulgar conta e senha (mande um e-mail!) e espere que alguém tente usá-la.</p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Considerações Finais</strong></span></p>
<p align="justify">E assim encerramos esta série, para quem quiser saber um pouco mais recomendo uma pesquisa pelo assunto em sites com <a href="http://www.linuxsecurity.com/" target="_blank">http://www.linuxsecurity.com</a> , <a href="http://www.secureteam.com/" target="_blank">http://www.secureteam.com</a> e outros sites relacionados com segurança. Até a próxima!</p>
<p align="justify"><strong>Autor:</strong> Giovanni Nunes - <strong>Fonte:</strong> <a href="http://olinux.uol.com.br/artigos/350/1.html" target="_blank">Olinux.uol.com.br</a></p>
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		<title>Sniffers &#8211; Parte I</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 03:07:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Introdução
Basicamente um packet sniffer é um programa que captura os pacotes que estão trafegando na rede e os exibe na tela ou armazena em disco para uma análise posterior. Apesar desta aparente mal intencionada função, as primeiras ferramentas de sniffing foram criadas com o objetivo de ajudar na administração de redes.
O que é um sniffer?
Assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p align="justify">Basicamente um packet sniffer é um programa que captura os pacotes que estão trafegando na rede e os exibe na tela ou armazena em disco para uma análise posterior. Apesar desta aparente mal intencionada função, as primeiras ferramentas de sniffing foram criadas com o objetivo de ajudar na administração de redes.</p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>O que é um sniffer?</strong></span></p>
<p align="justify">Assim como outras ferramentas que acabaram virando um interessante brinquedo para qualquer candidato a invasor, o sniffer já era transparente aos dispositivos da rede (um port scanner por exemplo pode ser registrado nos roteadores), quase impossível de se detectar e acabou se tornando uma das mais utilizadas ferramentas com propósitos não éticos.</p>
<p align="justify">Mas como um programa destes funciona e consegue ter este tipo de acesso privilegiado à rede? Para entender é necessário lembrar como as redes Ethernet funcionam. Quem já fez algum curso/disciplina de redes locais conhece a forma como os adaptadores Ethernet acessam o meio físico, através do CSMA/CD (Carrier Sense Multiple Access/Collision Detect), ou seja, todos os adaptadores competem entre si para transmitir dados e quando dois ou mais tentam fazê-lo ao mesmo tempo há uma colisão, todos ficam calados por um tempo para depois transmitirem.</p>
<p align="justify">E por todos usarem o mesmo meio físico para transmitir, por consequência, o mesmo é usado também para receber. Assim cada adaptador fica &#8220;escutando&#8221; o meio físico (no nosso caso o cabo), carregando cada frame que aparece por lá, comparando o endereço de destino deles, estampado no início de cada pacote, com o endereço gravado na sua ROM e tratando-o. Estes sendo iguais passa adiante (para a camada acima, seja ela IP, IPX, etc&#8230;), senão o frame é descartado e começa-se tudo de novo. Este endereço é o MAC (Media Access Control), também conhecido como endereço de hardware, um número único que identifica cada adaptador gravado diretamente pelo fabricante (as operações se baseiam nessa unicidade).</p>
<p align="justify">Quando se utiliza um programa de sniffing o adaptador tem seu funcionamento alterado passando a funcionar no chamado &#8220;modo promíscuo&#8221;, ou seja, independente do endereço de destino do frame ser igual ou não ao da placa, ele é lido como se fosse dele. É o equivalente ao grampo telefônico, só que em escala muito maior pois, dependendo da forma como a rede foi montada, todos que estão ligados nela vão estar vulneráveis.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Técnicas</strong></span></p>
<p align="justify">Dependendo do volume de tráfego na rede, alguns minutos de <em>sniffing</em> são mais que necessários para conseguir quantidade suficiente de informações desde as mais comuns como as senhas de acesso ou números de cartão de crédito dos usuários até trechos de documentos sigilosos da empresa armazenados, por segurança, no servidor de arquivos. De posse dessas informações os usos vão desde simples fraude até espionagem industrial.</p>
<p align="justify">E para ter acesso a tudo isto um invasor externo precisa apenas invadir alguma máquina dentro rede, seja explorando alguma falha de segurança ou até mesmo mandando um &#8220;cavalo de Tróia&#8221; para algum usuário incauto do lado de dentro. Mas até aí tudo bem, basta investir em um bom sistema de segurança com firewall, IP Masquerading, etc&#8230; escondendo totalmente a rede interna do mundo exterior. Mas e quanto ao invasor interno? Para um usuário de dentro da rede executar um <em>sniffing</em> basta querer, ainda mais sabendo que vai ser difícil de alguém descobrir.</p>
<p align="justify">Mas os programas de <em>sniffing</em> não são de todo mal. Muitas vezes precisamos saber como determinados serviços estão se comportando na rede, principalmente os que não possuem um sistema eficiente de logging como o SMB (Service Message Block, as &#8220;redes de windows&#8221;) ou serviços mais ligados à camada física como ARP, RARP, BOOTP, DHCP, etc. Nestes casos é bem mais eficiente analisar o que trafegou pela rede à ficar tentando entender o motivo pelo qual, apesar de tudo estar configurado corretamente, as coisas teimam em não funcionar como deveriam.</p>
<p align="justify">Outra função prática, seguindo a filosofia do combater fogo com fogo, é a de usá-lo para descobrir que tipo de recursos um provável invasor está usando. Quem é (ou pelo menos quem diz ser), quem está tentando atacar, que portas está usando, qual o método de ataque, etc.</p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Conclusão</strong></span></p>
<p align="justify">Para GNU/Linux existem vários programas de <em>sniffing</em> , isto graças a <strong>libpcap</strong>que faz boa parte do trabalho. Basta uma pesquisa rápida por <em>sniffer</em> no<a href="http://freshmeat.net/">FreshMeat</a> para se ter idéia disto. No próximo artigo, além de explicar quem é essa tal de <strong>libpcap</strong> , inclusive demonstrando como é um ataque de <em>sniffing</em> e como pode-se bloquear, ou pelo menos restringir, a ação deles. Nao perca!</p>
<p align="justify">Abraços, <br />
Giovanni Nunes</p>
<p align="justify"> </p>
<p><strong>Autor:</strong> Giovanni Nunes &#8211; <strong>Fonte:</strong> <a href="http://olinux.uol.com.br/artigos/350/1.html" target="_blank">Olinux.uol.com.br</a></p>
<p> </p>
<p align="justify"> </p>
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		<title>Sniffers &#8211; Parte II</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/seguranca/sniffers-parte-ii/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 03:03:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Introdução
No artigo passado, foi feita uma breve introdução sobre o que  vem a ser sniffing , mostrando a teoria que há por trás e as  potencialidades desta ferramenta (tanto para a administração de redes como para  causar o caos nelas). Desta vez serei um pouco mais prático e falar sobre alguns  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p align="justify">No artigo passado, foi feita uma breve introdução sobre o que  vem a ser <em>sniffing</em> , mostrando a teoria que há por trás e as  potencialidades desta ferramenta (tanto para a administração de redes como para  causar o caos nelas). Desta vez serei um pouco mais prático e falar sobre alguns  programas de <em>sniffing</em> para GNU/Linux, aproveitar para simular um ataque  e, claro, dar algumas dicas de proteção.</p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Programas</strong></span></p>
<p align="justify">Como disse no artigo passado uma pesquisa rápida pela palavra  &#8220;sniffer&#8221; mostra a abundância destas ferramentas tanto para GNU/Linux como  também para outros sistemas. A tarefa de captura de pacotes, no mundo UNIX, é  função da <strong>BPF</strong> (BSD Packet Filter), implementada principalmente nos BSD  UNIX e da <strong>libpcap</strong> , nos demais. Esta biblioteca além de independente do  sistema (leia: independente da forma com a qual o sistema operacional se  relaciona com o dispositivo da rede) é compatível com a BPF.</p>
<p align="justify">Tanto ela quanto o <strong>tcpdump</strong> (um dos programas mais  conhecidos para <em>sniffing</em> em GNU/Linux) são mantidos pelo <a href="http://www.tcpdump.org/" target="_blank">&#8220;The Tcpdump Group&#8221;</a> . Oa <strong>tcpdump</strong> é  basicamente um programa que, como próprio nome diz, exibe na tela (ou direciona  para um arquivo) o resultado daquilo que trafega em uma determinada interface.  Sua saída é algo como isto (só por curiosidade isto acima é uma sessão de SSH,  porta TCP 22):</p>
<p align="justify"><strong>22:38:48.827070 10.0.0.3.1023 &gt; 10.0.0.1.22: F  3502340068:3502340068(0) ack 8033 57267 win 16060 &lt;nop,nop,(452954 2426575  &gt; (DF) [tos 0x10]<br />
22:38:48.827203 10.0.0.1.22 &gt; 10.0.0.3.1023: . ack 1  win 16060 &gt;nop,nop,(2427891 452954 &gt; (DF) [tos 0x10]<br />
22:38:48.828988  10.0.0.1.22 &gt; 10.0.0.3.1023: F 1:1(0) ack 1 win 16060 &gt;nop,nop,(2427891  452954 &gt; (DF) [tos 0x10]<br />
22:38:48.829524 10.0.0.3.1023 &gt; 10.0.0.1.22:  . ack 2 win 16060 &gt;nop,nop,(452954 2427891 &gt; (DF) [tos 0x10]<br />
22:38:51.253614 10.0.0.3.1022 &gt; 10.0.0.1.22: S 3517906445:3517906445(0)  win 16060 &gt;mss 1460,sackOK,(453196[|tcp] &gt; (DF)<br />
22:38:51.254060  10.0.0.1.22 &gt; 10.0.0.3.1022: S 928947415:928947415(0) ack351790 6446 win  16060 &gt;mss 1460,sackOK,(2428133[|tcp] &gt; (DF)</strong></p>
<p align="justify"><strong><span id="more-26"></span><br />
</strong></p>
<p align="justify">Para apenas ver o que está acontecendo na rede é ótimo mas  muitas vezes apenas ver o que está trafegando na rede não é suficiente e a saída  de um programa como o <strong>tcpdump</strong> pode parecer um pouco tediosa e chata após  de um tempo de observação. Além de que tentar decodificar o que é um pedaço de  arquivo, um trecho de uma mensagem fica bastante complicado.</p>
<p align="justify">Por esta razão que quando se procura por algo é melhor usar um  analisador de pacotes. Estes programas (muitas vezes com função de sniffing  embutidada) que interpretam aquilo que foi, ou está sendo, capturado e coloca da  mais compreensível para humanos. Um analisador que eu gosto de usar é o  <strong>ethereal</strong> , mas existem outros (alguns comerciais) basta procurar.</p>
<p align="justify">Apenas estes três programas já são mais do que suficientes para  começar a fazer algumas experiências na sua rede. Sendo assim&#8230;</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Ataque</strong></span></p>
<p align="justify">Os protocolos mais vulneráveis a um ataque de <em>sniffing</em> são aqueles que transportam dados sem qualquer tipo de codificação, isto é, você digita &#8220;pato&#8221; e as letras &#8220;p&#8221;, &#8220;a&#8221;, &#8220;t&#8221; e &#8220;o&#8221; vão trafegar pela rede até seu destino final. Incluem-se nesta categoria Telnet, rlogin, HTTP, SNMP, SMTP, NNTP, POP, FTP, IMAP e além de serviços como talk, finger, whois, etc&#8230;</p>
<p align="justify">Sabendo disso pode-se, facilmente, simular um ataque de <em>sniffing</em> para exemplificar a vulnerabilidade de certas informações passando por eles. Assim montei uma rede de duas estações, ligadas por um cabo &#8220;cross-over&#8221; (um cabo de rede onde o <em>Tx</em> e o <em>Rx</em> de cada lado ligam-se, respectivamente, com o <em>Rx</em> e <em>Tx</em> do outro) para simplificar e para evitar a &#8220;poluição&#8221; gerada pelo tráfego de outros equipamentos.</p>
<p align="justify">Deixei o <strong>ethereal</strong> capturando os pacotes da rede na estação <span style="text-decoration: underline">10.0.0.1</span> . Enquanto que na <span style="text-decoration: underline">10.0.0.3</span> me comportei como um tranquilo usuário que, desconhecendo o que está acontecendo em sua rede, fez algo simples: baixar um arquivo via FTP de sua conta. Após ter baixado o arquivo, voltei até a máquina que deixei a estação com o <em>sniffer</em> e fui conferir os resultados.</p>
<p align="justify">A senha (&#8220;minhasenha&#8221;) que usei para me conectar no FTP foi devidamente interpretada pelo programa. E usando a opção &#8220;Follow TCP Stream&#8221; do<strong>Ethereal</strong> pude recompor os pacotes TCP remontando a sessão:</p>
<p align="justify"><strong>220 artemis FTP server (Version wu-2.6.0(1) Fri Oct 22 00:38:20 CDT 1999) ready. <br />
USER giovanni <br />
331 Password required for giovanni. <br />
PASS <strong>minhasenha</strong> <br />
230 User giovanni logged in. <br />
SYST <br />
215 UNIX Type: L8 <br />
<em>(&#8230;)</em> <br />
221-You have transferred 5556 bytes in 1 files. <br />
221-Total traffic for this session was 12566 bytes in 2 transfers. <br />
221-Thank you for using the FTP service on artemis <br />
221 Goodbye.</strong></p>
<p align="justify">O resultado é que não só consegui obter a senha do usuário como pude recriar a sessão de FTP e saber de tudo o que ele fez, inclusive existem programas que fazem isto na rede! E a mesma coisa é válida para Telnet, HTTP, IRC, etc&#8230;</p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Proteção</strong></span></p>
<p align="justify"><strong>Hardware</strong></p>
<p align="justify">Evitar que uma rede local seja atacada assim é querer mexer naquilo que a faz funcionar, então o máximo que podemos fazer é complicar e dificultar um pouco. A primeira idéia que vem em mente é tentar usar adaptadores de rede que não entram em <span style="text-decoration: underline">modo promíscuo</span> . Alguns fabricantes até afirmam que possuem produtos assim mas a verdade é que de acordo com as recomendações do PC99 da Intel/Microsoft o <span style="text-decoration: underline">modo promíscuo</span> é uma característica obrigatória.</p>
<p align="justify">Assim, uma alternativa seria trocar a configuração da rede, substituíndo os<strong>hubs</strong> por <strong>switches</strong> . Mas porque? Ao contrário do <strong>hub</strong> , que é apenas uma emenda de barramento, o <strong>switch</strong> faz o papel de uma <em>bridge</em> , ou seja, ela faz uma ligação entre dois barramentos distintos, dividindo o tráfego da rede e deixando passar apenas o que realmente é para o outro lado.</p>
<p align="justify">Um frame que é enviado da máquina <strong>A</strong> para a máquina <strong>B</strong> será bloqueado, mas um frame de <strong>A</strong> (ou de <strong>B</strong> ) para <strong>C</strong> irá &#8220;atravessar a ponte&#8221; e chegar ao outro lado. Isto não impede o <em>sniffing</em> mas restringe o tráfego da rede para as partes onde ele é necessário. Com isto a quantidade de informação que pode ser adquiria pelo <em>sniffing</em> cai bastante.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"><strong>Software</strong></p>
<p align="justify">Mas também podem ser usadas soluções em software, duas que  podem ser facilmente implementadas na rede são:</p>
<ul>
<li>Secure Shell (SSH): Foi inicialmente desenvolvido pela empresa finlandesa <a href="/Hosting/EasyPHP%202.0b1/www/testes/seguranca/www.ssh.fi">SSH</a> e acabou se transformando na ferramenta padrão para  administração remota em máquinas UNIX, substituíndo completamente o  <strong>Telnet</strong> . Hoje já existem versões <em>open-source</em> e <em>freeware</em> tando do cliente quanto no servidor. No SSH todo o tráfego é encriptado  significando que mesmo alguém capture os pacotes não conseguirá ver nada.</li>
<li>Virtual Private Network (VPN): É uma solução para fugir dos curiosos. Uma  VPN é implementanda com uma rede ponto-a-ponto virtual (túnel) ligando dois  pontos através de uma rede pública (geralmente a Internet). A vantagem da VPN é  possuir encriptação nas pontas, isto é, tudo o que passa pela rede pública é  devidamente encriptado.</li>
</ul>
<p align="justify">Além destas soluções outras podem ser implementadas (algumas  não tão fáceis) como:</p>
<ul>
<li>Kerberos</li>
<li>Secure Sockets Layer (SSL)</li>
<li>PGP</li>
<li>S/MIME</li>
<li>SMB/CIFS</li>
<li>Smart Cards</li>
<li>Stanford SRP (Secure Remote Password)</li>
</ul>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Conclusão:</strong></span></p>
<p align="justify">Com isto encerramos este artigo ficando para a última parte  algo que, em teoria, é impossível: detecção de sniffing. Até a próxima semana e  para os que querem se divertir um pouco:</p>
<ul>
<li><a href="http://appwatch.com/">Appwatch</a> , procurem por <em>sniffing</em></li>
<li><a href="http://www.tcpdump.org/">libpcap / tcpdump</a></li>
<li><a href="http://http//ethereal.zing.org">Ethereal</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>Autor:</strong> Giovanni Nunes &#8211; <strong>Fonte:</strong> <a href="http://olinux.uol.com.br/artigos/350/1.html" target="_blank">Olinux.uol.com.br</a></p>
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		<title>Transfira arquivos com segurança.</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/seguranca/transfira-arquivos-com-seguranca/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 18:27:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[diretório]]></category>
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		<category><![CDATA[ssh]]></category>
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		<description><![CDATA[Introdução
O serviço FTP ou (File Transfer Protocol) é o serviço mais  usado pra transferir arquivos entre computadores. Porém o FTP envia informações  e o conteúdo dos arquivos pela Internet sem nenhuma encriptação! Essa não é uma  maneira segura de comunicação. Secure Copy (SCP) e o SSH File Transfer Protocol  (SFTP) resolvem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p align="justify">O serviço FTP ou (File Transfer Protocol) é o serviço mais  usado pra transferir arquivos entre computadores. Porém o FTP envia informações  e o conteúdo dos arquivos pela Internet sem nenhuma encriptação! Essa não é uma  maneira segura de comunicação. Secure Copy (SCP) e o SSH File Transfer Protocol  (SFTP) resolvem esse problema encriptando toda a comunicação.</p>
<p align="justify">Ambos SCP e SFTP usam o SSH (Secure Shell) como seu protocolo.  O SSH estabelece um canal de comunicação entre computadores usando autenticação  e encriptação baseado em chaves de segurança.</p>
<p align="justify">O SSH é distribuído em todas as distribuições Linux. Ele possui  diversas funções que não serão descritas nesse artigo.</p>
<p align="justify"><span class="titart"><strong>O SCP e o SFTP</strong></span></p>
<p align="justify">O SCP é diferente do FTP, você pode manter os atributos dos  arquivos (data de acesso, modificação e as permissões). Além de transferir  arquivos entre seu computador e um host remoto, SCP também pode transferir  arquivos entre dois servidores remotos.</p>
<p align="justify">O SCP funciona com o SSH1 que já está em desuso. O SFTP  trabalha com o protocolo mais atual: SSH2.</p>
<p align="justify">O SFTP implementa tudo que um FTP faz e outras operações mais.</p>
<p align="justify">O SFTP roda num SSH com a porta 22 por padrão. O nome do  comando no Linux é sftp.</p>
<p align="justify">Para iniciar uma sessão faça:</p>
<p align="justify"><em>sftp baptista.168.1.1</em></p>
<p align="justify">sftp vai pedir uma senha e depois de autenticado, apresenta um  shell sftp&gt;. No shell, é possível usar os mesmos comandos do ftp, tais como  cd, lcd, ls, chmod, chgrp, get, put, rename, and rmdir. Para finalizar, digite  exit. </p>
<p> </p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>O Servidor SFTP</strong></span></p>
<p align="justify">Para ter um servidor SFTP é necessário ter o SSH instalado e a  seguinte linha no arqivo de configuração /etc/ssh/sshd_config :</p>
<p align="justify"><em>Subsystem sftp /usr/libexec/openssh/sftp-server</em></p>
<p align="justify">Para restringir o acesso de outras máquinas basta editar o  arquivo <em>/etc/hosts.deny</em> e colocar:</p>
<p align="justify"><em>sshd: 192.168.2.1</em></p>
<p align="justify">Para bloquear uma rede, faça:</p>
<p align="justify"><em>sshd: 192.168.2.0/24</em></p>
<p align="justify">ou</p>
<p align="justify"><em>sshd: 192.168.2.0/255.255.255.0</em></p>
<p align="justify"><span class="titart"><strong>Clientes gráficos pro SFTP</strong></span></p>
<p align="justify">Os clientes de SFTP são vários, tais como o FileZilla, WinSCP e  DataFreeway (para Windows) ou Nautilus e Konqueror (para Linux).</p>
<p align="justify">Você pode digitar o comando</p>
<p align="justify"><em>sftp://david.168.1.1:/home/david</em></p>
<p align="justify">no Nautilus ou Konqueror.</p>
<p align="justify">O browser perguntará uma senha e depois listará os arquivos no  servidor remoto. Você pode transferir os arquivos arrastando, alterar suas  permissões ou abri-los.</p>
<p align="justify">Existe também um sistema de arquivos seguro (SSH File System)  que permite que o cliente SFTP monte um diretório remotamente com segurança e de  maneira transparente, mas isso fica pra uma próxima vez.</p>
<p align="justify">Abraços e até a próxima, PH </p>
<p align="justify"> </p>
<p><strong>Autor:</strong> Paulo Henrique B de Oliveira &#8211;  <strong>Fonte:</strong> <a href="http://olinux.uol.com.br/artigos/455/1.html" target="_blank">Olinux.uol.com.br</a></p>
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		<title>Segurança no seu FTP</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/seguranca/seguranca-no-seu-ftp/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 02:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[access]]></category>
		<category><![CDATA[anonymous]]></category>
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		<category><![CDATA[root]]></category>
		<category><![CDATA[smmp]]></category>
		<category><![CDATA[smtp]]></category>
		<category><![CDATA[stream]]></category>
		<category><![CDATA[tcp]]></category>
		<category><![CDATA[telnet]]></category>
		<category><![CDATA[trasnfer]]></category>
		<category><![CDATA[wu-ftpd]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução
Neste artigo iremos falar sobre segurança em FTP (File Tranfer  Protocol). O FTP é um protocolo da família do TCP/IP, assim como o Telnet, SMTP,  SNMP etc. A sua função, especificamente, é a de transferência de arquivos entre  um host e um cliente.
Como todos devem saber, hoje em dia tudo é passível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p align="justify">Neste artigo iremos falar sobre segurança em FTP (File Tranfer  Protocol). O FTP é um protocolo da família do TCP/IP, assim como o Telnet, SMTP,  SNMP etc. A sua função, especificamente, é a de transferência de arquivos entre  um host e um cliente.</p>
<p align="justify">Como todos devem saber, hoje em dia tudo é passível de ser  burlado e o FTP não foge a regra, por ser um protocolo antigo, já foram  inventadas algumas formas de quebrá-lo.</p>
<p align="justify">Para evitar isso, ou dificultar, é necessário que ele seja  configurado corretamente e é isso que vamos passar para vocês. Mãos na  massa!</p>
<p align="justify"><span id="more-15"></span></p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Configuração do WU-FTPD (nativo)</strong></span></p>
<p align="justify">Os principais problemas de um servidor FTP são:</p>
<ul>
<li>Autenticação do servidor (username e senha) e todos os comandos enviados  como texto, ou seja, com um sniffer é possível obter facilmente o username e a  senha do usuário;</li>
<li>Diversos Denial of Service existem para vários servidores FTP;</li>
<li>Diversos exploits para servidores FTP;</li>
</ul>
<p align="justify">Quando se fala em segurança em servidores FTP, não se pode ser  feito muita coisa além de configurá-lo corretamente, estar bem documentado com  logs, backup, versões atualizadas etc.</p>
<p align="justify">Se você inicializa o FTP pelo inetd (daemon no qual inicializa  a maioria dos serviços de rede, como telnet, ftp, finger, ntalkd, smtp, login  etc.), o que é o mais comum em todas as versðes de Linux, verifique no arquivo  de configuração ( <strong>/etc/inetd.conf</strong> ) a linha que começa com ftp e  coloque-a da seguinte forma:</p>
<p align="justify"><strong>ftp stream tcp nowait root /usr/sbin/tcpd wu.ftpd -l -L -i  -o</strong></p>
<p align="justify">A única diferença do atual em seu arquivo deve ser as síntaxes  -l (cada sessão de FTP é logada no syslog), -L (todos os comandos enviados para  o servidor são logados no syslog), -i (todos os arquivos recebidos pelo servidor  são logados para o /usr/adm/xferlog), -o (todos os arquivos transmitidos do  servidor são logados para o /usr/adm/xferlog). Vejamos como fica o syslog com  uma simples sessão de ftp com o comando <strong>tail -f /var/log/messages</strong> :</p>
<pre>    Oct 30 01:32:21 presario in.identd[8463]: reply to
    192.168.10.2: 1400 , 21 : USERID : UNIX :root
    Oct 30 01:32:21 presario wu.ftpd[8462]: connect from
    root@192.168.10.2
    Oct 30 01:32:30 presario ftpd[8462]: USER molder
    Oct 30 01:32:35 presario ftpd[8462]: PASS password
    Oct 30 01:32:35 presario ftpd[8462]: FTP LOGIN FROM
    presario.earth.com [192.168.10.2] , molder
    Oct 30 01:32:35 presario ftpd[8462]: SYST
    Oct 30 01:32:49 presario ftpd[8462]: TYPE Image
    Oct 30 01:32:49 presario ftpd[8462]: PORT
    Oct 30 01:32:49 presario ftpd[8462]: RETR Untitled
    Oct 30 01:32:53 presario ftpd[8462]: QUIT
    Oct 30 01:32:53 presario ftpd[8462]: FTP session closed</pre>
<p align="justify">Nesta sessão foi feito o login, baixado o arquivo Untitled e  fechada a sessão.</p>
<p align="justify">Outra arquivo de configuração é o <strong>/etc/ftpaccess</strong> .  Existem três tipos de logins que o WU-FTPD dispõe:</p>
<ul>
<li><strong>Anonymous FTP</strong> : que é usado normalmente na Internet, o usuário entra  com o username anonymous e na senha o e-mail (ou deveria) <img src='http://linux.iblogs.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </li>
<li><strong>Guest FTP</strong> : neste login o usuário usa uma conta e senha cadastrada  realmente no servidor, mas ele fica amarrado ao seu diretório home (/home/user),  é o mais indicado quando se quer trabalhar com uploads de arquivo;</li>
<li><strong>Real FTP</strong> : neste último o usuário entra com uma senha e username  válidos e tem acesso a todo o disco, este é o menos seguro e indicado.</li>
</ul>
<p align="justify">Todas estas configurações são feitas no <strong>ftpaccess</strong> , além  de outras configurações como: a quantidade de falhas no login; quantidade de  conexões quando for remoto ou local; mensagens de login, erro, limites e logout;  permissões; diretórios para upload, entre outras coisas. Caso queira saber  maiores opções nada como um <strong>man ftpaccess</strong> <img src='http://linux.iblogs.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p align="justify"><strong>Obs.:</strong> para poder utilizar o arquivo <strong>ftpaccess</strong> ,  você terá que colocar a opção -a para habilitar no <strong>/etc/inetd.conf</strong> .  Exemplo:</p>
<p align="justify"><strong>ftp stream tcp nowait root /usr/sbin/tcpd wu.ftpd -a -l -L  -i -o</strong></p>
<p align="justify">Existem outros arquivos de configuração para o WU-FTPD, como  <strong>/etc/ftpusers</strong> (para bloquear usuários), <strong>ftpservers</strong> (para  servidores virtuais) e <strong>/etc/ftphosts</strong> (para bloquear hosts).</p>
<p align="justify">Estas são algumas das implementações que podem ser feitas em um  servidor FTP padrão, que são encontrados normalmente em qualquer distribuição  Linux. Pois isto se aplica ao FTP Server WU-FTPD ( <a href="http://www.wuftpd.org/" target="_blank">http://www.wuftpd.org</a> ), o qual vem por default  nas principais distribuições.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Alternativas para servidores FTP</strong></span></p>
<p align="justify">Existem diversos outros servidores FTP. O WU-FTPD ainda é o  mais utilizado, mas este quadro está mudando, pois ele possui muitos problemas  de segurança, quando não implementado corretamente. Atualmente, o ProFTPD é o  servidor FTP mais seguro e configurável.</p>
<p align="justify"><strong>ProFTPD</strong></p>
<p align="justify">Uma das vantagens do ProFTPD é que toda sua configuração fica  em um único arquivo, o <strong>/etc/proftpd</strong> , que se assemelha em muito com o  esquema de configuração do Apache Web Server.</p>
<p align="justify">Como principais características do ProFTPD podemos citar:</p>
<ul>
<li>Um único arquivo de configuração, no qual sua configuração é intuitiva;</li>
<li>Fácil configuração de múltiplos servidores de FTP virtuais e serviços de FTP  anônimo;</li>
<li>Pode ser carregado pelo inetd ou standalone;</li>
</ul>
<p align="justify">Para obter uma lista completa das características do ProFTPD  visite o site <a href="http://www.proftpd.net/">http://www.proftpd.net</a> .</p>
<p align="justify">Basicamente o principal arquivo de configuração no ProFTPD é o  arquivo <strong>/etc/proftpd.conf</strong> . Então vejamos um exemplo comentado:</p>
<pre>    ServerName "FTP Server"
    ServerType standalone
    DefaultServer on
    ServerIdent off
    Port 21
    Umask 022
    MaxInstances 30
    User nobody
    Group nobody
    AllowOverwrite on</pre>
<p align="justify">Como visto nesta configuração, o tipo de arquivo do ProFTPD é  muito fácil de entender. Eu só queria falar sobre algumas opções que são  interessantes a nível de segurança. Uma delas é o &#8220;ServerIdent&#8221;. Com esta opção  habilitada e o &#8220;ServerName&#8221; com o nome default de instalação, teríamos algo  como:</p>
<pre>    Connected to presario.earth.com
    220 ProFTPD 1.2.0 Server (ProFTPD Default Installation)
    [presario.earth.com]
    Name (presario:root):</pre>
<p align="justify">Como você pode notar, com um simples ftp (não precisa nem ter  username nem senha), uma pessoa má intencionada já sabe qual é o seu FTP Server  e a versão em que ele está. Isto basta para que se procure em algum site de  segurança um Exploit ou Denial of Service para este FTP Server com esta  versão.</p>
<p align="justify">Que tal colocar a opção &#8220;ServerIdent&#8221; desabilitada (off) e o  &#8220;ServerName&#8221; sem o nome do Servidor? Ficaria assim:</p>
<pre>    Connected to presario.earth.com
    220 presario.earth.com FTP server ready.
    Name (presario:root):</pre>
<p align="justify">Já dificulta um pouco, né? <img src='http://linux.iblogs.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p align="justify">A opção &#8220;ServerType&#8221; pode ser inetd ou standalone. A opção de  &#8220;Umask&#8221; é o padrão de permissão para arquivos recém criados. A opção  &#8220;MaxInstances&#8221; controla o número de conexões que o servidor deixa abrir ao mesmo  tempo.</p>
<p align="justify">Outra opção de segurança é controlar os Hosts que poderão se  conectar a este servidor:</p>
<pre>    [Limit LOGIN]
    Order Allow,Deny
    Allow from 10.1., 10.2., 192.168.
    Deny from all
    [/Limit]</pre>
<p align="justify">Esta opção foi colocada fora do &#8220;[Anonymous]&#8221; ou  &#8220;[VirtualHosts]&#8221; ,pois se fosse colocada dentro aplicaria somente para um ou  para outro. Pode ser feito o inverso também. Exemplo:</p>
<pre>    [Limit LOGIN]
    Order Allow,Deny
    Deny from 10.1., 10.2., 192.168.
    Allow from all
    [/Limit]</pre>
<p align="justify">Isto fica de acordo com qual nível de segurança você  deseja.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>ProFTPD (continuação)</strong></span></p>
<p align="justify">Vamos configurar o acesso anônimo:</p>
<pre>    [Anonimous ~ftp]
    User ftp
    Group ftp
    RequireValidShell off
    UserAlias anonymous ftp
    MaxClients 10
    DisplayLogin welcome.msg
    DisplayFirstChdir .message
    [Limit WRITE]
    DenyAll
    [/Limit]
    [/Anonymous]</pre>
<p align="justify">De acordo com esta configuração, associamos o &#8220;ftp user&#8221; para o  provável diretório configurado para este usuário, o <strong>/home/ftp</strong> . O ProFTPD  irá logar com o user ftp e grupo ftp quando o usuário conectar como anonymous e,  além disso, o login como anonymous fica limitado para 10. Logo após o login irá  aparecer a mensagem contida no arquivo welcome.msg, no dirtório que está se  logando e, a cada mudança de diretório, irá aparecer a mensagem contida no  arquivo .message (caso exista um). O Directory refere-se ao <strong>/home/ftp/</strong> e  irá proibir escrita neste diretório.</p>
<p align="justify">Vejamos agora como criar um diretório onde seja possível fazer  o upload de arquivos:</p>
<pre>    [Limit WRITE]
    AllowAll
    [/Limit]
    [Limit READ]
    DenyAll
    [/Limit]</pre>
<p align="justify">Neste exemplo vamos criar um diretório incoming no  <strong>/home/ftp</strong> e este vai aceitar envio de arquivos (&#8220;AllowAll&#8221;), mas não  permitirá a leitura dos mesmos.</p>
<p align="justify">Após ter sido configurado, basta executar o comando  <strong>proftpd</strong> e seu FTP Server seguro estará rodando.</p>
<p align="justify">Você deve ter percebido que o ProFTPD é muito mais fácil de ser  configurado e mais simples.</p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Conclusão</strong></span></p>
<p align="justify">Existem diversos outros servidores de FTP, alguns gratuitos,  outros não, mas o que você deve ter em mente é que sempre haverá brechas de  segurança, então mantenha seu servidor sempre na última versão (não importa qual  você utilize) e não deixe de verificar notícias e avisos em sites como:</p>
<p align="justify"><strong><a href="http://www.linuxsecurity.com.br/" target="_blank">http://www.linuxsecurity.com.br</a><br />
<a href="http://www.securityfocus.com/" target="_blank">http://www.securityfocus.com</a><br />
<a href="http://www.rootshell.com/" target="_blank">http://www.rootshell.com</a> </strong></p>
<p align="justify">Além disso, procure por exploits, Denial-of-Service, ou furos  para seu FTP server e caso achar procure também a solução. Isto, é claro, se  você realmente precisar proteger seus dados. Como dito no início do artigo, o  FTP é um protocolo antigo e, atualmente, uma alternativa mais segura para a  transferência de arquivos é o SSH.</p>
<p align="justify">Espero que tenham gostado do artigo, qualquer dúvida, crítica,  comentário, entrem em contato. Adios amigos!</p>
<p align="justify"> </p>
<p><strong>Autor:</strong> Nivaldo Godinho &#8211; <strong>Fonte:</strong> <a href="http://olinux.uol.com.br/artigos/368/1.html" target="_blank">Olinux.uol.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Quebrando a senha de Root</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/seguranca/quebrando-a-senha-de-root/</link>
		<comments>http://linux.iblogs.com.br/seguranca/quebrando-a-senha-de-root/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 02:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[alterar]]></category>
		<category><![CDATA[bash]]></category>
		<category><![CDATA[burlar]]></category>
		<category><![CDATA[change]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[mudar]]></category>
		<category><![CDATA[password]]></category>
		<category><![CDATA[quebrar]]></category>
		<category><![CDATA[root]]></category>
		<category><![CDATA[senha]]></category>
		<category><![CDATA[shadow]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou sem a senha de root do meu Linux, e  agora?
Desde já vou adiantando que condeno qualquer uso deste artigo  para prejudicar alguém e gostaria que esta informação não fosse compartilhada  pelos leitores com alguém que tenha más intenções. Agradeço a quem tiver esta  preocupação.
Os exemplos abaixo são comuns em casos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estou sem a senha de root do meu Linux, e  agora?</strong></p>
<p align="justify">Desde já vou adiantando que condeno qualquer uso deste artigo  para prejudicar alguém e gostaria que esta informação não fosse compartilhada  pelos leitores com alguém que tenha más intenções. Agradeço a quem tiver esta  preocupação.</p>
<p align="justify">Os exemplos abaixo são comuns em casos que precisamos da senha:</p>
<ul>
<li>Para continuar o trabalho de um administrador de rede que perdeu o serviço  de manutenção de um servidor e não deu a senha de root. Já aconteceu comigo. Um  administrador, querendo complicar minha vida, não deu a senha do root para o  DONO DO COMPUTADOR, mas eu quebrei e ganhei o cliente (espero que ele leia este  artigo, hehehe).</li>
<li>Para resolver um problema de invasão, quando alguém descobre a senha do  root, muda, e passa a brincar com o seu servidor;</li>
<li>Quando você usou um teclado ruim para mudar a senha do root. Já aconteceu  comigo também. Mudei uma senha de root remotamente num PC cujo teclado não  funcionava a tecla 7. É claro que mesmo pedindo confirmação, digitei a senha  errada (sem saber) duas vezes e assim ficou. No dia que tentei entrar  diretamente no servidor a senha não funcionava;</li>
<li>A mais comum: quando esquecemos a senha.</li>
</ul>
<p align="justify"><span class="titart"><strong>O processo</strong></span></p>
<p align="justify">Na verdade, para quebrar a senha do root temos que editar o  arquivo <em>/etc/shadow</em> e apagar os caracteres referentes a senha do root. É  SÓ ISSO E PRONTO! O que disserem a mais é perda de tempo. Já vi vários artigos  pela internet falando de outras coisas, mas o resumo é este: ALTERAR O  <em>/etc/shadow</em>.</p>
<p align="justify">Para isso você deve dar o boot por uma distribuição live ou um  disquete. Neste artigo vou dar o exemplo de uma distribuição live. Pode ser  Ubuntu, Kurumin ou qualquer outra. No meu caso usei o Conectiva Live 10.</p>
<p align="justify">As distribuições live já montam a partição referente ao HD da  máquina, mas a maioria monta como somente leitura, ou seja, você pode ver os  arquivos mas não pode salvar nada. Temos então que alterar esta propriedade para  permitir leitura/gravação. Ou você faz isso pelo modo gráfico facilmente, ou  desmonta e monta de novo, que foi o que fiz. </p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">Para desmontar use o comando <em>umount /dev/hda2</em> (troque o  <em>/dev/hda2</em> para a sua partição). Para montar use o comando:</p>
<p align="justify"><em># mount /dev/hda2 /mnt/hda2_linux</em> (<em>/mnt/hda2_linux</em> pode ser qualquer outro diretório)</p>
<p align="justify">Após a partição montada você já poderá editar o arquivo shadow  e apagar a senha criptografada do root. No meu caso, a partição do HD ficou em  <em>/mnt/hda2_linux</em>. O caminho para editar o arquivo de senhas é  <em>/mnt/hda2_linux/etc/shadow</em>.</p>
<p align="justify">ATENÇÃO: Não confundir com <em>/etc/shadow</em>. Com o CD live,  esta é apenas uma pasta e um arquivo virtual. Como a partição do HD foi montada  dentro de um diretório (<em>/mnt/hda2_linux</em>) você deve editar o arquivo da  partição montada e não os da distribuição live. Leia um pouco sobre montagem de  partições para maiores esclarecimentos.</p>
<p align="justify">Para apagar a senha criptografada do root, entre no arquivo  shadow, procure a linha do root e apague todos os caracteres entre o primeiro :  (dois pontos) e o último. Exemplo:</p>
<p align="justify">Linha original do arquivo:</p>
<p align="justify"><em>root:458:13360:0:99999:7:::</em></p>
<p align="justify">Linha modificada (sem a senha):</p>
<p align="justify"><em>root::13360:0:99999:7:::</em></p>
<p align="justify">Depois disso é só reiniciar o PC normalmente e logar como root.  Ele não pedirá a senha. Você deve, é claro, definir sua senha logo após o login  através do comando passwd.</p>
<p align="justify">Resumindo e repetindo o que eu disse no começo deste artigo,  para remover a senha do root, basta editar o arquivo shadow e apagar os  caracteres referentes a senha. Toda aquele processo de montagem e desmontagem é  apenas para dar permissão de gravação no arquivo shadow.</p>
<p align="justify">Se você conhece outra maneira de fazer isso use-a como achar  melhor. No meu caso achei este exemplo o mais simples e resolvi postar aqui pra  ajudar a quem já teve dificuldades como eu tive. Quaisquer dúvidas estou à  disposição.</p>
<p align="justify"><strong>Autor:</strong> Thiago Avelino &#8211; <strong>Fonte:</strong> <a href="http://olinux.uol.com.br/artigos/458/1.html" target="_blank">Olinux.uol.com.br</a> </p>
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		<title>As maiores vulnerabilidades do Linux</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/seguranca/as-maiores-vulnerabilidades-do-linux/</link>
		<comments>http://linux.iblogs.com.br/seguranca/as-maiores-vulnerabilidades-do-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 01:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[apache]]></category>
		<category><![CDATA[ascii]]></category>
		<category><![CDATA[bind]]></category>
		<category><![CDATA[compartilhamento]]></category>
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		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[p2p]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
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		<category><![CDATA[rpc]]></category>
		<category><![CDATA[sendmail]]></category>
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		<category><![CDATA[telnet]]></category>
		<category><![CDATA[vulnerabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Linux é seguro?
Para os adeptos de plantão, este artigo não é para gerar  polêmica não, mas para servir de ALERTA!
Muito falamos a respeito da segurança do Sistema Operacional  Linux, mas bem sabemos que o Linux também têm suas vulnerabilidades. Quais? As  da Microsoft parece que todo linuxer sabe de cor, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Linux é seguro?</strong></p>
<p align="justify">Para os adeptos de plantão, este artigo não é para gerar  polêmica não, mas para servir de ALERTA!</p>
<p align="justify">Muito falamos a respeito da segurança do Sistema Operacional  Linux, mas bem sabemos que o Linux também têm suas vulnerabilidades. Quais? As  da Microsoft parece que todo linuxer sabe de cor, mas e as vulnerabilidades do  próprio sistema operacional?</p>
<p align="justify">Pois é. Aqui vai o alerta. Um dia escutei a frase: O Sistema  Operacional mais seguro é aquele que você mais domina., e tive que concordar  plenamente. Pesquisando então sobre as vulnerabilidades do Linux, esperando  encontrar pouca coisa, achei muita gente relatando seus problemas. Até que  encontrei no site da SANS (http://www.sans.org/top20) uma pesquisa realizada  pela própria SANS junto ao FBI e pude esclarecer esta minha dúvida. A pesquisa  aborda as 20 maiores vulnerabilidades encontradas, 10 para servidores Windows e  10 para servidores Unix.</p>
<p align="justify"><span class="titart"><strong>As brechas do Linux</strong></span></p>
<p align="justify">Abaixo estão listadas as 10 maiores vulnerabilidades do Sistema  Operacional Linux/Unix, traduzido de Outubro de 2003 e que são válidas ainda  hoje:</p>
<ol>
<li>BIND &#8211; O BIND é o principal serviço de ataque dos hackers. A maioria dos  bugs já foram resolvidos mas a maioria das pessoas mantém as versões mais  antigas por uma questão de funcionalidade e por não disporem de tempo para a  migração.</li>
<li>RPC &#8211; O RPC é um serviço para a chamadas de procedimentos que serão  executados remotamente. É extremamente importante para a funcionalidade da rede  interna pois é utilizado para distribuição de carga, processamento distribuído,  cliente/servidor, etc. O NFS, que é um dos compartilhamentos de rede mais  conhecidos e utilizados, usa diretamente o RPC.</li>
<li>Apache &#8211; Sem dúvidas nenhuma é um Web Server bem mais robusto que o IIS, mas  não deixa de estar exposto à internet. Vários ataques a sistemas operacionais  NIX ocorrem pelo Apache, principalmente para servidores com execução de scripts  e permissões de acesso à programas.</li>
<li>Contas de usuários &#8211; Esta vulnerabilidade ocorre principalmente sobre contas  com senhas fracas ou nulas. Parece ridículo, mas tem pessoas que conseguem  invadir sistemas descobrindo senhas pelo método da tentativa e erro, e,  geralmente, as senhas são as mais óbvias possíveis. Não é o sistema que é  hackeado mas a conta do usuário. Uma vez tendo acesso ao sistema, o hacker pode  se tornar bastante incômodo.</li>
<li>Serviço de transferência em ASCII &#8211; FTP e e-mail são os programas  diretamente relacionados a estes serviços. Tudo que passar por eles e for texto  puro, não encriptado (o que ocorre na maioria das instalações), o conteúdo pode  ser capturado. Basta alguma informação ou senha secreta para que a porta esteja  aberta.</li>
<li>Sendmail &#8211; É, talvez, o pior serviço de e-mail do NIX, em comparação com os  seus próprios concorrentes. Tende a ser lento e problemático. Mas é o mais  utilizado, porque é extremamente operacional. É possível colocá-lo para  funcionar rapidamente. Por isto é a maior fonte de furos existente na  comunidade. Se puder, substitua.</li>
<li>SNMP &#8211; Uma excelente ferramenta administrativa, principalmente para grandes  corporações. Mas por ser um projeto baseado na comunicação com a rede, está  sujeito à vulnerabilidades. O serviço é ativado por default no sistema Linux, o  que causa o esquecimento por parte dos usuários.</li>
<li>SSH &#8211; É a solução ideal para acesso remoto seguro, abolindo de vez o Telnet.  No entanto, pode se tornar totalmente ineficaz se não for administrado  corretamente. Escolha o nível de segurança mais desejado, lembrando que ele é  diretamente proporcional ao trabalho para configurá-lo. E não esqueça de  proteger chaves privadas dos usuários!</li>
<li>Compartilhamento de arquivos &#8211; Ocorre principalmente com NIS/NFS e Samba mal  configurados. Podem comprometer a segurança abrindo brechas para ataques  externos.</li>
<li>SSL&#8217;s &#8211; Embora sejam extremamente eficazes para criar conexões seguras entre  cliente/servidor, os SSL&#8217;s permitem o acesso ao servidor por parte do cliente.  Pode se tornar uma porta para o acesso de hackers</li>
</ol>
<p align="justify"> </p>
<p align="left"><span class="titart"><strong>Como diminuir a vulnerabilidade</strong></span></p>
<p align="justify">Um sistema bem administrado diminui enormemente a probabilidade  de invasão. Segundo as vulnerabilidades aqui discutidas, vamos dar algumas dicas  de segurança:</p>
<p align="justify"> </p>
<ol>
<li>BIND &#8211; Procure adotar uma política de mascaramento das informações.</li>
<li>RPC &#8211; Use o serviço somente se necessário.</li>
<li>APACHE &#8211; Ajuste bem as configurações. Habilite somente scripts e programas  com destino correto e que não comprometam de forma alguma o sistema.</li>
<li>Contas de usuários. Evite criar contas de usuários em demasia,  principalmente contas para acesso multiusuário. Adote uma política de senhas  seguras e jamais permita o acesso a serviços e contas de usuários SEM senha.5.</li>
<li>Serviços ASCII &#8211; Toda comunicação pode e deve ser feita de forma encriptada.  Arquivos ASCII são muito vulneráveis e todos podem ter acesso ao seu conteúdo  facilmente.</li>
<li>Sendmail &#8211; Atualize e configure corretamente. De preferência, gaste um pouco  de tempo e implemente outro servidor.</li>
<li>SNMP &#8211; Não esqueça de estabelecer as regras de utilização do serviço. Não  use se não for necessário.</li>
<li>SSH &#8211; Muitíssimo bom, mas configure-o da forma mais restrita possível.  Restrinja o acesso somente a usuários do sistema. Se possível, restrinja o  acesso ao X. Controle o acesso às chaves privadas. Bloqueie passphrases em  branco, elas se tornam uma arma na mão dos hackers.</li>
<li>Compartilhamento de rede &#8211; Compartilhe somente o que for necessário e  restrinja ao máximo o acesso dos usuários ao compartilhamento. De preferência  use alguma ferramenta de autenticação.</li>
<li>SSL&#8217;s restritivas é a melhor opção quando não puder ficar sem  elas.</li>
</ol>
<p><span class="titart"><strong>Dicas gerais de segurança</strong></span></p>
<ul>
<li>Rode somente os serviços necessários para a operação da sua rede. Serviços  que não são muito utilizados caem no esquecimento do administrador.</li>
<li>Verifique se os serviços estão rodando com privilégios de root, estas  permissões geralmente causam os maiores furos na segurança. Se não for  necessário, desabilite esta opção.</li>
<li>Verifique se os serviços estão configurados adequadamente à sua rede.  Tutoriais e How-To geralmente indicam o caminho de como configurar, mas na sua  maioria não são muito específicos.</li>
<li>Estabeleça uma política de segurança para a sua rede, como por exemplo,  serviços de compartilhamento disponíveis, política de senhas, etc.</li>
<li>Firewall. Estabeleça um filtro de tudo que entra na sua rede. De preferência  feche todas as portas que não são necessárias para o funcionamento do servidor.</li>
<li>Evite serviços de comunicação p2p, como servidores de músicas, vídeos e até  chats e mensagens.</li>
<li>Como última dica: monitore. Diz o ditado, O boi só engorda aos olhos do seu  dono. Se você cuida da sua rede, dificilmente terá problemas de vulnerabilidade.
<p align="justify">Agradeço a atenção e espero que este artigo cause muita  discussão por aí. Obrigado.</p>
<p align="justify"> </p>
</li>
</ul>
<p><strong>Autor:</strong> Thiago Avelino &#8211; <strong>Fonte:</strong> <a href="http://olinux.uol.com.br/artigos/459/1.html" target="_blank">Olinux.uol.com.br</a></p>
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