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	<title>Linux Mania</title>
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	<description>Portal Linux onde você encontra o que você procura.</description>
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		<title>Zumbis e botnets</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 01:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Além do medo tradicional de que o hacker obtenha informações do próprio usuário, invasões a computadores domésticos – e, pelo visto, a servidores também – estão sendo usadas pelos cybercriminosos para um mal maior.
As Botnets são redes formadas por computadores infectados por vírus especiais capazes de torná-los “zumbis”. Uma vez infectado, um zumbi pode ser controlado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do medo tradicional de que o hacker obtenha informações do próprio usuário, invasões a computadores domésticos – e, pelo visto, a servidores também – estão sendo usadas pelos cybercriminosos para um mal maior.</p>
<p>As <strong>Botnets</strong> são redes formadas por computadores infectados por vírus especiais capazes de torná-los “zumbis”. Uma vez infectado, um zumbi pode ser controlado à distância por pessoas ou organizações criminosas.</p>
<p>Todos os zumbis podem ser controlados ao mesmo tempo e de forma coordenada. Isso pode ser usado para enviar spam com abrangência global e até mesmo para atacar a infraestrutura de internet de países inteiros. Botnets famosas têm um elevado número estimado de zumbis. A Storm network, por exemplo, controla cerca de 80.000 computadores, enquanto o recente Conficker infectou algo em torno de 15 milhões de máquinas.</p>
<p>Os zumbis também podem repassar o software que os infectou, ajudando a escravizar mais PCs sadios.</p>
<p>Hoje, estima-se que o interesse dos criminosos digitais pelos dados de um usuário doméstico seja muito pequeno. A grande motivação desses hackers é formar uma espécie de “exército zumbi” para poder atacar instituições maiores, sejam empresas ou governos.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.geek.com.br/blogs/832697632/posts/10862-descoberta-primeira-botnet-com-linux-de-que-se-tem-noticia" target="_blank">Geek</a></p>
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		<title>Bug no Sistema Operacional FreeBSD permite invasão</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/seguranca/bug-no-sistema-operacional-freebsd-permite-invasao/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 01:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pesquisador Przemyslaw Frasunek descobriu uma falha de segurança no sistema operacional FreeBSD capaz de garantir acesso total aos invasores. Descendente dos Unix originais, o FreeBSD (www.freebsd.org), usado em servidores e computadores científicos no mundo todo, tem fama de ultra-seguro.
O problema foi detectado na interface de notificação kqueue, o que possibilita o ganho de privilégios a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O pesquisador Przemyslaw Frasunek descobriu uma falha de segurança no sistema operacional FreeBSD capaz de garantir acesso total aos invasores. Descendente dos <a href="http://geek.com.br/blogs/832697632/posts/10651-unix-completa-40-anos" target="_blank">Unix originais</a>, o FreeBSD (<a href="http://www.freebsd.org/" target="_blank">www.freebsd.org</a>), usado em servidores e computadores científicos no mundo todo, tem fama de ultra-seguro.</p>
<p>O problema foi detectado na interface de notificação kqueue, o que possibilita o ganho de privilégios a partir de um usuário com acesso local. O problema está apresenta nas versões 6.0 e 6.4 do sistema operacional. De acordo com o <a href="http://www.theregister.co.uk/2009/09/14/freebsd_security_bug/" target="_blank">The Register</a> as versões a partir da 7.1 não sofrem com a vulnerabilidade.</p>
<p>Frasunek informou que o invasor deve ter acesso local ao sistema e executar um script simples para explorar a falha. Segundo ele, um processo extremamente simples. O especialista chegou a postar um vídeo de 16 segundos na rede Vimeo (<a href="http://www.vimeo.com/6554787" target="_blank">vimeo.com/6554787</a>) para apontar o problema.</p>
<p>Os desenvolvedores receberam um aviso sobre a falha no dia 29 de agosto mas, segundo o Register, nenhuma atitude foi tomada até o momento.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.geek.com.br/blogs/832697632/posts/10873-falha-no-sistema-operacional-freebsd-permite-invasao" target="_blank">Geek</a></p>
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		<title>Verificando se um e-mail existe.</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/verificando-se-um-e-mail-existe/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As vezes você pega o e-mail de uma pessoa, para enviar alguma coisa, e fica naquela dúvida se anotou certo, então achei uma solução legal para isso. Um site que consegue chegar se o e-mail existe.
Veja o link abaixo, depois ta variável domain= você adiciona o e-mail a ser checado. ex:  se o e-mail a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As vezes você pega o e-mail de uma pessoa, para enviar alguma coisa, e fica naquela dúvida se anotou certo, então achei uma solução legal para isso. Um site que consegue chegar se o e-mail existe.</p>
<p>Veja o link abaixo, depois ta variável <em><strong>domain= </strong><span style="font-style: normal">você adiciona o e-mail a ser checado. ex:  se o e-mail a ser checado for gerente@uol.com.br. vai ficar assim: </span></em></p>
<p>http://www.dnsstuff.com/tools/freemail.ch?domain=gerente@uol.com.br</p>
<p>É uma dica simples, espero ter ajudado.</p>
<p>Até a próxima.</p>
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		<title>Proxy transparente com Squid 2.6</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/proxy-transparente-com-squid-26/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 16:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá galera, essa dica pode parecer besta, mais eu tive um sério problema quando fui migrar o meu squid 2.4.x para as versões 2.6.x. Antigamente as configs para deixar o proxy transparente era:
httpd_accel_host virtual
httpd_accel_port 80
httpd_accel_with_proxy on
httpd_accel_uses_host_header on
Ao instalar o squid na versão 2.6.x, fui tentar fazer o proxy transparente da mesma maneira, e não deu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá galera, essa dica pode parecer besta, mais eu tive um sério problema quando fui migrar o meu squid 2.4.x para as versões 2.6.x. Antigamente as configs para deixar o proxy transparente era:</p>
<p><em>httpd_accel_host virtual<br />
httpd_accel_port 80<br />
httpd_accel_with_proxy on<br />
httpd_accel_uses_host_header on</em></p>
<p>Ao instalar o squid na versão 2.6.x, fui tentar fazer o proxy transparente da mesma maneira, e não deu certo, então fui pesquisar para encontrar uma solução para o problema. Então lendo um manual do novo squid, notei que para deixar o proxy transparente nas versões 2.6.x, é um pouco diferente. Então veja abaixo como fazer.</p>
<p>Onde tem: <strong>http_port 3128 </strong>é só acrescentar: http_port 3128 transparent</p>
<p>Então é so, vou ficando por aqui, qualquer dúvida relacionado a esse problema e outros problemas do squid, é só deixar um comentário.</p>
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		<title>Comando no linux para manipular a data</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/comando-no-linux-para-manipular-a-data/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2009 20:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[date &#8211; Data do sistema
Sintaxe: $ date [+formato]
A simples execução do date mostra a data do sistema atual, por exemplo:
$ date
Tue Nov 11 23:02:26 BRST 2008
Como podemos ver, há informações da data, da hora e do fuso-horário. Neste caso, a sintaxe está em inglês, porque o sistema utilizado na execução está configurado para inglês. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>date &#8211; Data do sistema</h2>
<pre><em>Sintaxe: $ date [+formato]</em></pre>
<p>A simples execução do date mostra a data do sistema atual, por exemplo:</p>
<pre><em>$ date</em>
Tue Nov 11 23:02:26 BRST 2008</pre>
<p>Como podemos ver, há informações da data, da hora e do fuso-horário. Neste caso, a sintaxe está em inglês, porque o sistema utilizado na execução está configurado para inglês. No caso do português, ficaria:</p>
<pre>$ date
Ter Nov 11 21:20:00 BRST 2008</pre>
<p>Para mudar o formato dessa mostragem, usamos caracteres especiais depois do símbolo “+”, como neste exemplo:</p>
<pre>$ <em>date "+%d/%m/%Y"</em>
11/11/2008</pre>
<p>Neste caso, formatei de forma %d/%m/%Y, onde %d é o dia, %m é o mês e %Y é o ano. Uma lista completa de caracteres especiais pode ser encontrada na página de manual do comando date:</p>
<pre>$ <em>man date</em></pre>
<p>Além de apenas mostrar a hora atual, este comando pode ser muito útil na hora de criar arquivos com nomes específicos, por exemplo: backups com a data e hora no nome dos arquivos. O uso deste comando com shell-script pode ser muito extenso e útil!</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.devin.com.br/comandos-informacoes-do-sistema/" target="_blank">Devin</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como fazer um download pelo linux</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/como-fazer-um-download-pelo-linux/</link>
		<comments>http://linux.iblogs.com.br/dicas/como-fazer-um-download-pelo-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 May 2009 20:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Isso é um comando simples, muita gente deve esta falando, que idiota esse cara em colocar um comando tão simples desse, mais tem gente que esta começando agora e isso pode ser útil.
Digite no terminal:
wget URL
ex: wget centraldownloads.com.br/frto.zip
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é um comando simples, muita gente deve esta falando, que idiota esse cara em colocar um comando tão simples desse, mais tem gente que esta começando agora e isso pode ser útil.</p>
<p>Digite no terminal:<br />
<em>wget URL</em></p>
<p><em><strong>ex: </strong>wget centraldownloads.com.br/frto.zip</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como saber se meu hardware é compatível com o Linux?</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/como-saber-se-meu-hardware-e-compativel-com-o-linux/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 01:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Geralmente essas informações estão presentes no manual, ou na página da sua distribuição. Grande parte dos hardwares são hoje compatíveis com o Linux e a cada dia novos drivers surgem na Internet.
Porém, é bom que você fique atento e consulte a página da sua distribuição antes de comprar algum novo hardware. E, é claro, evite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="texto">Geralmente essas informações estão presentes no manual, ou na página da sua distribuição. Grande parte dos hardwares são hoje compatíveis com o Linux e a cada dia novos drivers surgem na Internet.</span></p>
<p><span class="texto">Porém, é bom que você fique atento e consulte a página da sua distribuição antes de comprar algum novo hardware. E, é claro, evite hardwares para Windows, como os famosos Winmodems. </span></p>
<p><span class="texto"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://olinux.uol.com.br/faq/open_faq.phl?id_file=1103" target="_blank">O linux</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Montando um Servidor de FTP</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/aplicativos/montando-um-servidor-de-ftp/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 01:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A importância em ter um servidor de FTP: 
Estou no serviço e tenho que ir até um cliente, não terei que levar nem disquetes e nem CDs, bastando acessar através do navegador (ftp://ip) e copiar os arquivos para a máquina local. Ou então você quer demonstrar essa facilidade para os seus clientes quando for vender um servidor Linux. 
Bem quero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A importância em ter um servidor de FTP: </p>
<div>Estou no serviço e tenho que ir até um cliente, não terei que levar nem disquetes e nem CDs, bastando acessar através do navegador (<em>ftp://ip</em>) e copiar os arquivos para a máquina local. Ou então você quer demonstrar essa facilidade para os seus clientes quando for vender um servidor Linux. </p>
<p>Bem quero que vocês entendam que existem várias funcionalidades para um servidor de ftp. </p>
<p>Mostrarei como configurar o <em>Proftpd</em> - servidor de ftp relativamente seguro, muito estável e robusto. </p>
<p>Estou usando um <em>Conectiva 9</em>, mas nada impede de você estar usando outra distro, desde que tenha o Proftpd instalado na mesma, uma vez que a instalação deste pacote está fora do escopo do artigo (e claro, é um pacote tido como padrão na maioria das distribuições). </p>
<p>A configuração consiste em apenas um arquivo <em>/etc/proftpd.conf</em>. Vejamos o arquivo em si: </div>
<div class="codigo"><span style="color: #004080"># Configuração do Proftpd</span><br />
    <br />
    ServerName                      &#8221;ProFTPD &#8211; Instalação Default&#8221;<br />
    ServerType                       inetd<br />
    DefaultServer                    on<br />
    ScoreboardPath                 /var/run<br />
    DeferWelcome                  on<br />
    ServerAdmin                     root@localhost<br />
    ServerName                      &#8221;Servidor FTP&#8221;<br />
    SyslogFacility                     AUTH<br />
    <br />
    <span style="color: #004080"># Umask 022 é um bom padrão para prevenir que novos diretórios e</span><br />
    <span style="color: #004080"># arquivos sejam graváveis pelo grupo ou outros usuários</span><br />
    Umask                           022<br />
    <br />
    <span style="color: #004080"># Usuário e grupo para o servidor</span><br />
    User                            nobody<br />
    Group                           nobody<br />
    <br />
    &lt;Directory /*&gt;<br />
      AllowOverwrite                no<br />
    &lt;/Directory&gt;<br />
    <br />
    <span style="color: #004080"># Configuração básica para ftp anônimo, sem diretório para recepção</span><br />
    <span style="color: #004080"># de arquivos</span><br />
<span style="color: #004080">#    &lt;Anonymous ~ftp&gt;</span><br />
<span style="color: #004080">#     User                          ftp</span><br />
<span style="color: #004080">#    Group                         ftp</span><br />
<span style="color: #004080">#      DirFakeUser                   on</span><br />
<span style="color: #004080">#      DirFakeGroup                  on</span><br />
    <br />
<span style="color: #004080">#      # ftp = anonymous</span><br />
<span style="color: #004080">#      UserAlias                     anonymous ftp</span><br />
    <br />
<span style="color: #004080">#      # número máximo de logins anônimos</span><br />
<span style="color: #004080">#      MaxClients                    10 &#8220;Número máximo de clientes, tente mais tarde.&#8221;</span><br />
    <br />
      <span style="color: #004080"># No máximo duas conexões por cliente</span><br />
<span style="color: #004080">#     MaxClientsPerHost             2 &#8220;Você já está com muitas conexões simultâneas.&#8221;</span><br />
    <br />
      <span style="color: #004080"># welcome.msg mostrado na conexão e .message mostrado para cada</span><br />
      <span style="color: #004080"># diretório acessado.</span><br />
<span style="color: #004080">#      DisplayLogin                  welcome.msg</span><br />
<span style="color: #004080">#      DisplayFirstChdir             .message</span><br />
<span style="color: #004080">#      AccessGrantMsg                &#8221;Acesso anônimo aceito para %u.&#8221;</span><br />
    <br />
      <span style="color: #004080"># Limite gravação no chroot anônimo</span><br />
<span style="color: #004080">#      &lt;Limit WRITE&gt;</span><br />
<span style="color: #004080">#        DenyAll</span><br />
<span style="color: #004080">#      &lt;/Limit&gt;</span><br />
    <br />
<span style="color: #004080">#    &lt;/Anonymous&gt;</span></div>
<div>
Por padrão, basta startar o serviço que estará funcionado sem fazer nada: </p>
<p><strong># service proftpd start</strong> </p>
<p>Agora você poderá acessar o FTP através de: </p>
<p><strong>$ ftp ip</strong> </p>
<p>ou pelo navegador informando a URL: </p>
<p><em>ftp://ip</em> </p>
<p>Será solicitado um nome de login e senha. Caso queira liberar acesso <em>anonymous</em>, basta descomentar as linhas que falam sobre o mesmo. </p>
<p>Por questões de segurança, coloque no arquivo <em>/etc/proftpd.conf</em>: </p>
<p><em>ServerIdent on   &#8221; Descrição do Servidor ou Comentário &#8220;</em> </p>
<p>para não aparecer a versão do seu Proftpd para o usuário que o está acessando. </p>
<p>Para limitar seus usuários ao seu próprio home (o simulando como raiz do sistema de arquivos), adicione: </p>
<p><em>DefaultRoot ~ root</em> </p>
<p>Espero ter ajudado alguém!!! </p></div>
<div></div>
<div><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Montando-um-Servidor-de-FTP/" target="_blank">Viva o Linux</a></div>
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		<title>Firewall invisível com Proxy ARP</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/firewall/firewall-invisivel-com-proxy-arp/</link>
		<comments>http://linux.iblogs.com.br/firewall/firewall-invisivel-com-proxy-arp/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 01:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Suponha que você tenha um pequeno escritório onde possua algumas máquinas com sistemas operacionais Linux ou Windows, que estão conectadas diretamente a Internet usando um modem xDSL/Cabo ou roteador.
Você quer permitir o acesso a um servidor Web em sua rede e também quer implementar algumas regras de filtragem que você já aprendeu anteriormente.
Suponha que seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Suponha que você tenha um pequeno escritório onde possua algumas máquinas com sistemas operacionais Linux ou Windows, que estão conectadas diretamente a Internet usando um modem xDSL/Cabo ou roteador.</p>
<p>Você quer permitir o acesso a um servidor Web em sua rede e também quer implementar algumas regras de filtragem que você já aprendeu anteriormente.</p>
<p>Suponha que seu ISP lhe concedeu um range de endereços para conexão a Internet seguindo como exemplo o range: x.y.z.32/27.</p>
<p>Você tem uma máquina em sua rede usando o endereço x.y.z.35 como seu gateway que permite que cada máquina dentro da rede interna envie e receba pacotes para, e da Internet. Agora você tem duas opções para construir seu firewall.</p>
<p><strong>1. Implementar um Firewall entre sua rede e a Internet (um lugar típico para instalar um Firewall).</strong></p>
<p><strong>2. Usar um Firewall transparente baseado em Proxy-ARP.</strong></p>
<p>Neste caso, o Firewall é um potencial obstáculo para a conexão a Internet de sua empresa. Se a máquina Firewall falhar, você pode simplesmente desconectar o cabo conectado à interface eth0 no Firewall e reconectá-la ao Switch ou Hub que está no lado da interface eth1. Feito isto, você terá restaurado novamente a sua conexão com a Internet. Talvez você tenha que atualizar a sua cache ARP ou reiniciar algumas de suas máquinas, mas mesmo assim você terá restabelecido sua conexão em um prazo curto de tempo.</p>
<p>O objetivo deste tipo de configuração é o seguinte: a máquina Firewall Linux possui duas interfaces: eth0 e eth1, que estão configuradas com o mesmo endereço IP (x.y.z.50) e tem o ip_forwarding e proxy_arp habilitados. Isto permite que ela veja todos os pacotes que são originados ou que são recebidos para sua LAN da Internet através de seu provedor. Entretanto, você pode usar a filtragem de pacotes normalmente, assim como um sistema de firewall tradicional.</p>
<p>A única vantagem deste tipo de firewall é que se o mesmo se tornar inoperante (fora de operação), ou outras razões não abordadas aqui, você pode facilmente recuperar sua conectividade em um prazo muito menor de tempo do que teria em uma configuração tradicional de firewall, onde você deve possuir um endereço IP privado para o lado da sua LAN, outro endereço público para o lado da WAN e todos seus hosts apontando para o firewall como seu gateway para a Internet.</p>
<p>Nesta configuração abordada os hosts nem mesmo sabem que seus pacotes estão sendo scaneados e roteados por este tipo de man-in-the-middle de firewall baseado em proxy-arp.</p>
<p>Bom, assumindo que você tem um sistema Linux instalado com duas placas de rede (eth0, eth1), nas próximas páginas descreverei como construir este firewall.</p>
<p><strong><span id="more-71"></span>Instalação e configuração</strong></p>
<p>Os pacotes necessários para instalação deste firewall basicamente já vem instalados por padrão na maioria das distribuições, embora eu relacione logo abaixo:<br />
Iptables;<br />
Iproute2.<br />
No Debian, basta executar o comando:</p>
<p><strong># apt-get install iptables iproute2</strong></p>
<p>No Fedora, execute este:</p>
<p><strong># yum install iptables iproute</strong></p>
<p>Assegure-se que em ambos os arquivos de configuração você tenha colocado o mesmo endereço IP, mesmo endereço de rede e a mesma sub-rede.</p>
<p>No Debian, os arquivos de configuração residem em:</p>
<p><strong>/etc/network/interfaces</strong></p>
<p>No Fedora, eles residem neste caminho:</p>
<p><strong>/etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0</strong><br />
e<br />
<strong> /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth1;</strong></p>
<p>Adicione as seguintes linhas nos scripts de inicialização de seu sistema para habilitar as características de proxy-arp, para ambas interfaces de rede de seu Firewall:</p>
<p><strong>echo 1 &gt; /proc/sys/net/ipv4/conf/eth0/proxy_arp<br />
echo 1 &gt; /proc/sys/net/ipv4/conf/eth1/proxy_arp</strong></p>
<p>ou:</p>
<p><strong>/sbin/sysctl net.ipv4.conf.eth0.proxy_arp=1<br />
/sbin/sysctl net.ipv4.conf.eth1.proxy_arp=1</strong></p>
<p>No Debian:</p>
<p>Insira as linhas anteriormente apresentadas no arquivo /etc/rc2.d/rc.local ou crie seu próprio script, tendo cuidado para que este não tenha prioridade de execução (Ex.: use este padrão S99script);</p>
<p>No Fedora:</p>
<p>Idem ao anterior, pois eles usam o mesmo padrão SysVInit.</p>
<p>Abaixo das linhas atualmente inseridas adicione também esta para habilitar o IP Forwarding entre as interfaces:</p>
<p><strong>echo 1 &gt; /proc/sys/net/ipv4/conf/all/ip_forward</strong></p>
<p>ou</p>
<p><strong>/sbin/sysctl net.ipv4.conf.all.forwarding=1</strong></p>
<p>Adicione estas linhas abaixo no mesmo arquivo ainda aberto, não esquecendo de substituir os endereços fictícios x.y.z.32/27 e x.y.z.35 com seus endereços de rede apropriados:</p>
<p><strong>/sbin/ip route del x.y.z.32/27 dev eth0<br />
/sbin/ip route add default gw x.y.z.35 dev eth0<br />
/sbin/ip route add x.y.z.32/27 dev eth1</strong></p>
<p>Isto diz ao kernel que pacotes direcionados para o endereço x.y.z.35 (que é o endereço do router) são roteados na interface eth0 e o resto da rede está disponível na interface eth1. Desde o momento que você tenha habilitado o IP Forwarding entre as interfaces, qualquer pacote de origem externa destinado a um host interno da sua LAN serão vistos pela eth0 e roteados para eth1.</p>
<p>Neste ponto, você pode aguardar a cache ARP expirar ou pode ainda reiniciar seu roteador. Se você der uma olhada na cache ARP no servidor, ele irá mostrar o endereço mac do roteador como se fosse o endereço mac da interface eth1 no seu Firewall. Depois de ter completado estas etapas, você pode adicionar suas regras de firewall. </p>
<p>Este tipo de configuração de firewall é bem aplicada também quando a necessidade é de não ter que dividir sua sub-rede para que você possa inserir seu Firewall, um exemplo coloco a seguir: </p>
<p>Sua rede tem como endereço 192.168.1.0/24, o endereço de gateway (roteador) é apresentado como 192.168.1.254, para instalar um Firewall tradicional nesta rede você precisa criar uma outra sub-rede, para que os pacotes possam ser roteados de uma sub-rede a outra, como diz as regras de roteamento, com o Firewall baseado em proxy-arp, você somente vai utilizar um endereço de host, evitando assim diversos problemas com uma possível falha de serviço, neste caso você teria somente que remover o cabo conectado a interface eth0 e conectá-lo a Switch ou Hub da sua rede.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://vivaolinux.com.br" target="_blank">Viva o Linux</a></p>
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		<title>Escutando música pelo terminal do Linux</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/escutando-musica-pelo-terminal-do-linux/</link>
		<comments>http://linux.iblogs.com.br/dicas/escutando-musica-pelo-terminal-do-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 17:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atualmente existem vários players para Linux, de diferentes skins e funcionalidades, porém que usuário Linux nunca teve vontade de escutar música através das linhas de comando? Espero não ser o único! rs.. Bom, vamos lá! 
Obs: Apertando duas vezes tab no terminal, ele completa o nome ou caminho. 
1) entre no terminal (konsole, tty1, gnome-terminal, xterm) e digite: 
mpg321 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente existem vários players para Linux, de diferentes skins e funcionalidades, porém que usuário Linux nunca teve vontade de escutar música através das linhas de comando? Espero não ser o único! rs.. Bom, vamos lá! </p>
<p>Obs: Apertando duas vezes tab no terminal, ele completa o nome ou caminho. </p>
<p>1) entre no terminal (konsole, tty1, gnome-terminal, xterm) e digite: </p>
<p><em>mpg321 opção caminho_para_a_musica</em> </p>
<p>No meu caso eu fiz o seguinte: </p>
<p><strong>$ mpg321 -g 80 /mnt/dados/musica/korn/ADIDAS.mp3</strong> </p>
<p>A opção que eu usei &#8220;-g 80&#8243; significa gain (volume, ganho), que varia de 0 a 100, ou seja, você regula o volume. Existem outras opções para modificar ou ajustar o áudio; basta digitar mpg321 no terminal que ele dará as opções. </p>
<p>2) agora vamos deixar a música tocando em segundo plano do terminal. Neste, aperte: </p>
<p><strong>$ ctrl + z</strong> </p>
<p>3) feito isso aparecerá uma mensagem parecida com essa: </p>
<p>[1]+ Stopped mpg321 -g 80 /mnt/dados/musica/korn/* </p>
<p>4) conseguimos colocar a música para segundo plano, porém ela ficou em stopped, para resolver isso vamos usar o comando: </p>
<p><strong>$ bg </strong></p>
<p>5) se tudo deu certo você estará escutando música em plano de fundo e com o terminal livre para utilizar. Para ver os programas que estão em plano de fundo digite: </p>
<p><strong>$ jobs</strong> </p>
<p>6°) vai aparecer uma mensagem parecida com essa: </p>
<p>[1]+ Running mpg321 -g 80 /mnt/dados/musica/korn/* &amp; </p>
<p>7) o primeiro número é útil para identificar o processo, para trazer o processo de segundo plano para primeiro, você usa o seguinte comando: </p>
<p><em>fg numero_do_processo</em> </p>
<p> <img src='http://linux.iblogs.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> no caso do exemplo 6 usaria do seguinte modo: </p>
<p><strong>$ fg 1</strong> </p>
<p>9) para cancelar um processo você tem que tê-lo no primeiro plano e apertar: </p>
<p><strong>$ ctrl + c</strong> </p>
<p>10°) para escolher uma pasta inteira de música utilize o asterisco (*), por exemplo: </p>
<p><strong>$ mpg321 -g 80 /home/musicas/korn/*</strong> </p>
<p>Com esse comando o programa selecionará todas as músicas que estão na pasta korn. </p>
<p>Bom pessoal, quem tiver alguma dúvida é só postar!!! </p>
<p>Abraços. </p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://vivaolinux.com.br/dica/Escutando-musica-pelo-terminal-do-Linux/" target="_blank">Viva o Linux</a></p>
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		<title>Slackware &#8211; Comandos Básicos para iniciantes</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/slackware-comandos-basicos-para-iniciantes/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 16:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Listando Processos
# ps x
Listando partições
# df -h
Verificando uso da memória
# free
Montar CDROM: 
# mount -t auto /dev/hda /mnt/cdrom 
Desmontar CDROM: 
# umount -t auto /dev/hda /mnt/cdrom 
Montar pendrive: 
# mount -t auto /dev/sdb1 /mnt/memory 
Desmontar pendrive: 
# mount -t auto /dev/sdb1 /mnt/memory 
Para reiniciar o Slackware, entre no modo texto (Ctrl+alt+backspace) e digite: 
# reboot 
Para desligar o Slackware, entre no modo texto (Ctrl+alt+backspace) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Listando Processos</p>
<p><strong># ps x</strong></p>
<p>Listando partições</p>
<p><strong># df -h</strong></p>
<p>Verificando uso da memória</p>
<p><strong># free</strong></p>
<p>Montar CDROM: </p>
<p><strong># mount -t auto /dev/hda /mnt/cdrom</strong> </p>
<p>Desmontar CDROM: </p>
<p><strong># umount -t auto /dev/hda /mnt/cdrom</strong> </p>
<p>Montar pendrive: </p>
<p><strong># mount -t auto /dev/sdb1 /mnt/memory</strong> </p>
<p>Desmontar pendrive: </p>
<p><strong># mount -t auto /dev/sdb1 /mnt/memory</strong> </p>
<p>Para reiniciar o Slackware, entre no modo texto (Ctrl+alt+backspace) e digite: </p>
<p><strong># reboot</strong> </p>
<p>Para desligar o Slackware, entre no modo texto (Ctrl+alt+backspace) e digite: </p>
<p><strong># halt </strong></p>
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		<title>Descompactando arquivos zip, rar, tar.gz, tar.bz2 pelo terminal</title>
		<link>http://linux.iblogs.com.br/dicas/descompactando-arquivos-zip-rar-targz-tarbz2-pelo-terminal/</link>
		<comments>http://linux.iblogs.com.br/dicas/descompactando-arquivos-zip-rar-targz-tarbz2-pelo-terminal/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 16:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Galera, pelo linux temos apossibilidade de descompactar e compactar sem necessidade de instalar um aplicativo especifico para isso. veja abaixo como descompactar estes formatos de arquivos:
zip: 
gunzip nomedoarquivo 
rar: 
rar x nomedoarquivo 
tar: 
gzip nomedoarquivo 
tar.gz: 
tar -vzxf nomedoarquivo 
tar.bz2: 
tar -vxjpf nomedoarquivo
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Galera, pelo linux temos apossibilidade de descompactar e compactar sem necessidade de instalar um aplicativo especifico para isso. veja abaixo como descompactar estes formatos de arquivos:</p>
<p><strong>zip: </strong><br />
<em>gunzip nomedoarquivo</em> </p>
<p><strong>rar: </strong><br />
<em>rar x nomedoarquivo</em> </p>
<p><strong>tar: </strong><br />
<em>gzip nomedoarquivo</em> </p>
<p>tar.gz: </p>
<p><em>tar -vzxf nomedoarquivo</em> </p>
<p>tar.bz2: </p>
<p><em>tar -vxjpf nomedoarquivo</em></p>
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